quinta-feira, 30 de março de 2017

terça-feira, 28 de março de 2017

A ascensão da classe média asiática

A-24: Em 2030 não restam dúvidas de que a economia mundial será dominada pela região Asia-Pacífico, e talvez nesse dia, e tendo em conta todas as vulnerabilidades de nações como a China, a Coreia do Sul, Malásia, Indonésia e mesmo a Índia, veremos o impacto de uma nova recessão económica, vinda do extremo asiático, poderá fazer à cada vez mais ignorada e secundarizada economia europeia.


Fonte: Insider Pro

segunda-feira, 27 de março de 2017

Mapas reconfigurados em escolas de Boston



EUA e Europa encolhem (e não é pouco) no novo mapa mundo de referência nas escolas de Boston.

«Toda a América do Norte e também a Europa deixam de sobressair no planisfério, como acontecia até agora, para se destacarem o continente africano e o hemisfério sul. Até parece que estes ficaram maiores, mas é apenas uma mudança de paradigma no sistema de ensino, para uma representação plana da Terra mais aproximada da real dimensão dos países e continentes - muito diferente da que está mais enraizada, há quase 500 anos, no mundo ocidental. (…)

A Rússia ocupa o equivalente a metade do território de África e não o dobro, por exemplo, ao contrário do que sugere o mapa mundo mais popular.»


O panorama político português em perspectiva



Os leitores mais atentos terão notado a alegria de alguns membros do Partido Socialista pelo fraco resultado do Partido Trabalhista nas eleições holandesas. Alguns acharão estranho que responsáveis políticos do Partido Socialista regozigem com a derrota de um partido que pertence à mesma organização política europeia: o Partido Socialista Europeu. Na realidade, sendo teoricamente da mesma força política europeia, estão longe de representar a mesma ideologia. O panorama político português inclinado à esquerda faz com que um partido teoricamente de centro-esquerda em Portugal seja, no contexto europeu, um partido mais próximo da esquerda dura. E no contexto mundial, um partido bem próximo da extrema esquerda. No gráfico abaixo podem ver uma representação do panorama político de 6 países: Portugal, 4 outros países europeus e os EUA. À esquerda os partidos mais socialistas e á direita os mais amigos da economia de mercado. Esta análise só considera a política económica. Excluí da análise os partidos nacionalistas por, normalmente, não se focarem demasiado nas questões económicas e variarem bastante as suas posições nesses temas. No caso da França, dada a sua situação específica, optei por colocar os candidatos presidenciais em vez dos respectivos partidos (da esquerda para a direita: Melenchon, Hamon, Hollande, Macron e Fillon. A linha preta representa o que é visto como centro em cada um desses países.




O campo ideológico inclinado em Portugal faz com que aquilo que é visto como o centro seja na verdade algo que noutros países europeus seria evidentemente de esquerda. O Partido Socialista Europeu junto os partidos de centro-esquerda de cada país, mas ser de centro-esquerda em Portugal é muito diferente de ser de centro esquerda na Alemanha ou na Holanda. Se juntarmos os EUA à equação (e aqui não quis juntar outras zonas desenvolvidas como a Oceania ou o Sudeste Asiático para que o gráfico não se alargasse demasiado à direita), então o centro-esquerda em Portugal torna-se indiferenciado da extrema esquerda no panorama internacional. No gráfico abaixo destaco aquelas que são as verdadeiras famílias ideológicas de cada partido:



Visto desta forma, é mais fácil de entender o entusiasmo do PS local pelo Syriza e o desdém pelo Partido Trabalhista Holandês ou pelo parceiro de coligação de Merkel, que também é da sua família política. Já o PSD e o CDS têm mais em comum tanto com o SPD alemão ou com o Partido Trabalhista Holandês do que o PS. Estando mais próximos ideologicamente do partido de Merkel, do VVD ou dos democratas americanos, estão ainda assim à sua esquerda. Não é também surpreendente olhando para a área destacada a azul que haja pessoas dentro do PSD que admirem Bernie Sanders. Destacado a verde está o espaço tido como centro político nos EUA: uma área política apenas a espaços preenchida na Europa e inexistente em Portugal.

sábado, 25 de março de 2017

"Força Catarina!!!!"



Helena Matos
Na continuidade das questões levantadas pelo Vítor eu proponho mesmo um salário máximo para os futebolistas. Não é possível, não é admissível, não é justo que um jogador como o Ronaldo possa ganhar mais que uma equipa inteira doutro club qualquer ou dez equipas ou sabe-se lá quantas equipas. O Ronaldo deve ter um ordenado máximo definido pela lei. Exactamente como o BE define para as empresas. É realmente vergonhoso que o Ronaldo à semlhança da família Soares dos Santos se aproprie (como dizia aquele rapaz que está no BE a fazer a quota masculina) da riqueza da empresa. Todos e todas devem pode jogar no Real Madrid, os golos devem ter quotas, o campeonato deve dar lugar a uma espécie de educação para a cidadania e os jogadores devem ter contratos para toda a vida. Ao pé de casa, claro. Como se sabe eu até nem gosto de futebol.

Primeira casa impressa na Rússia

Aberto até de madrugada 
Na Rússia já se imprimiu a primeira casa directamente no local de construção, sinalizando apenas um primeiro passo de algo que se deverá tornar bastante mais comum no futuro.



A impressão 3D vai transformar o mundo da construção, até quando falamos das coisas em grande escala como é o caso da impressão de casas completas. Embora esta primeira casa impressa em 3D possa ser considerada uma casa modesta, com reduzidos 38m2 de área, o que importa é o facto de demonstrar a viabilidade deste sistema de fabrico, que permite construir casas com paredes com qualquer forma, e que seguem precisamente as linhas concebidas pelo engenheiro ou arquitecto, sem espaço para erros humanos.



O único "cuidado" que foi preciso ter tinha a ver com as temperaturas de operação. Embora a impressora possa funcionar em ambientes até -35°C, a mistura de betão que estava a ser usada como "tinta" só podia ser impressa a temperaturas superiores a 5°C. Situação que foi resolvida com a instalação de uma tenda climatizada que permitiu fazer a impressão mesmo durante o frio Inverno russo. A impressão em si demorou apenas 24h, pelo que também obriga a repensar toda a noção de que a construção de uma casa é uma coisa demorada.


Neste caso, o resultado total foi coisa para custar cerca de 10 mil dólares, mas fico à espera de ver exemplos de casas impressas em 3D com maior área e características mais "artísticas".

sexta-feira, 24 de março de 2017

Desemprego no Reino Unido em mínimos históricos à custa de trabalho precário

A-24: ah e tal, o Brexit seria o caos. Pois...

Euronews

A taxa de desemprego no Reino Unido desceu para mínimos de quatro décadas. Os dados estatísticos apresentados pela agência britânica revelam que no período entre novembro do ano passado e janeiro de 2017 o número de inscritos nos centros de emprego recuou para os 4,7 por cento da população ativa, menos 4 décimas que no período homólogo nos 12 meses precedentes.

O gabinete britânico de estatísticas indica igualmente que no mesmo período o número de trabalhadores por conta própria cresceu 148 mil e o número de pessoas empregadas subiu 144 mil.

No entanto, a outra face destes números reside no facto de quase um milhão de pessoas ter um chamado “contrato de zero horas”, que obriga o trabalhador a estar disponível para a empresa apesar do empregador não ter trabalho e por isso não lhe pagar. De igual modo, muitas pessoas que trabalham por conta própria são trabalhadores precários ou em part-time.

Soros, arquitecto de todas as revoluções dos últimos 25 anos

Via Amigo de Israel 
Sempre que alguém fala de George Soros, é quase certo vai ser tratado como um"conspiracionista paranóico"; este argumento é o melhor que algumas almas nobres da consciência democrática arranjam para desacreditar qualquer um que tente explicar o papel das elites tecnocráticas na criação e manipulação de crises internacionais que agitam o mundo.
De todos os Mestres da Nova Ordem Mundial, no Médio Oriente, na Europa e mesmo na Ásia, que mexem as peças para desencadear revoluções, guerras, crises económicas e para gerar o caos necessário para os seus planos de domínio, George Soros é o mais conhecido, porque, ao contrário dos outros, ele cultiva o seu papel de forma arrogante e e vaidosa.
O financeiro húngaro Soros é um especulador que enriqueceu destruindo as economias do terceiro mundo; e nós, italianos, também sabemos alguma coisa sobre isso, porque em 1992 o vimos derreter as nossas reservas monetárias através de um ataque especulativo contra a lira e a libra esterlina, um ataque orquestrado que nos levou, com a Grã-Bretanha, para fora do Sistema Monetário Europeu. 
 

Soros é um teórico de uma sociedade global, onde todos seremos iguais, excepto algumas pessoas, como ele, que serão mais iguais do que as outras, e que, portanto, terão o direito de impor as suas regras a todos os outros.
Como qualquer multibilionário que se preze, Soros também tem o seu pequeno vício: não é coleccionar Ferraris e castelos da Europa, troféus de golfe ou actrizes de Hollywood (talvez também tenha desses vícios, não sabemos...). O que sabemos é que ele colecciona Fundações, Think-thanks e ONGs, através dos quais desestabiliza governos, manipula os media e viola a soberania dos Estados.
Para o conseguir, ele usa obviamente o seu dinheiro e o da Fundação Open Society, através da qual distribui biliões de dólares para financiar os partidos da oposição e movimentos "democráticas" no mundo ou para "contratar"activistas de direitos humanos, intelectuais, jornalistas, tecnocratas e para financiar líderes políticos, felizes por satisfazerem os planos do amigo oligarca(Hillary Clinton sabe alguma coisa sobre isso, pois Soros é um dos seus principais doadores: 8 milhões, apenas para 2015).
Em suma, o plano de Soros parece uma teia de aranha do tamanho do mundo, que, ano após ano, tem gerado as revoluções coloridas que têm desestabilizado a Europa pós-soviética (Sérvia, Geórgia, Ucrânia e Quirguistão ), a Primavera árabe, com guerras de bónus na Líbia e na Síria, que levaram ao ISIS e à crise de migrantes (desejada e encorajada pelo mesmo Soros). 
 
Para tornar o trabalho o mais profissional possível, Soros também facilitou o nascimento de uma multinacional para "revoluções ao domicílio" (obviamente não violenta); chama-se CANVAS (Centro para Aplicação de Acções e Estratégias Não Violentas). É uma estrutura que envia especialistas em revoluções para países apoiados por governos não apreciados pelos Estados Unidos (ou melhor, não apreciados por Soros, logo não apreciados pelos Estados Unidos. Esses especialistas são enviados para esses países para acender o pavio de eventos "democráticos", que quase sempre se transformam em banhos de sangue e guerras civis. Esta é uma organização recheada de dólares do governo dos EUA e de várias fundações, incluindo, é claro, aquelas em que que Soros é proeminente, como revelado peloWikileaks.
Isto foi revelado com a publicação de 25.000 documentos secretos da Open Society através do site DCLeaks, que lança luz sobre como funciona a estrutura tentacular de Soros, como ele manipula e se move dentro das crises internacionais, e como determina as escolhas dos governos e dos media.
Depreende-se da análise de documentos publicados, que Soros procura influenciar as políticas de imigração no mundo, manipulando a opinião pública e exercendo pressão sobre os governos ocidentais, de forma a que a "crise de refugiados" na Europa se tenha tornado um novo normal, e "veículo denovas oportunidades".
 
Temos demonstrado mais de uma vez que este êxodo de migrantes (fruto da guerra e do caos gerados pelo Ocidente) é um processo de desmantelamento do sistema social e da identidade da Europa; este não é um acidente da História, mas um plano específico de elites globalistas para construir um novo modelo de sociedade de domínio económico e financeiro. Agora temos mais uma prova.
Giampaolo Rossi via EUROPE ISRAEL e Dreuz

quinta-feira, 23 de março de 2017

Erdogan e a Europa

 A-24: Ao contrário dos estúpidos líderes europeus, Erdogan não é hipócrita. Ele diz o que todos pensam e sentem.

Gladio: O fulano apela aberta e literalmente à invasão a partir de dentro. Não é a primeira vez que no mundo muçulmano se ouve este apelo à invasão da Europa através da «guerra do ventre», mas neste caso quem o lança é um político tido como respeitável, dirigente de um Estado de direito e assim...
Fica pois bem a nu mais um resultado da imigração em massa oriunda do sul não europeu - um reforço sem precedentes de uma quase inverosímil arrogância alógena, despudoradamente combativa, que só confirma, literalmente, o que os Nacionalistas têm vindo a anunciar há décadas.
Aguarda-se a reacção da politicagem correcta ocidental a esta incitação à tomada da Europa por parte de um alógeno islamista... e se, cá no burgo, toda a classe par(a)lamentar vai continuar a querer a Turquia na União Europeia...