sexta-feira, 26 de maio de 2017

Quando a febre independentista faz com que os cobardes surmam com o inimigo

Alerta Digital

A-24: 221 mesquitas, 200 "oratórios" e 19 madrassas.

"Porque ninguém faz nada contra o terrorismo"

João Almeida Amaral 

A verdade nua e crua é esta ; não interessa fazer nada contra o terrorismo. E não interessa porque os políticos vivem de votos e tomar uma posição contra o terrorismo, poderia ser considerado , fascista, nacionalista , xenófobo, ou ainda mais perigoso, anti refugiados e isso faria perder votos.
Na verdade o não fazer nada é igual ao nada fazer. Não gera responsabilidades e podem sempre assobiar para o lado.
Vai-se ainda mais longe, como é o caso da autarquia de Lisboa, onde o dinheiro do contribuinte é usado para fazer uma mesquita no centro da cidade.
O problema não pode ser branqueado , os autores destes crimes são todos islamitas. Podem ter nascido em Paris ou Bradford mas não são europeus, nem entendem o que significa viver num estado de direito.
Por mim julgo que chegou a hora de começar a identificar e expulsar deste espaço de liberdade que é a Europa, quem o não entende como tal.

#MulherNãoEntra : o que elas querem é só o “bem-bom”

Orlando Braga
Bangladesh sewer cleaner has to dive into liquid filth to claw out blockages


Quando uma feminista vier com a “cumbersa” do costume, diz-lhe para ela ir fazer o trabalho deste porco machista.

quinta-feira, 25 de maio de 2017

Ouro Verde: a novela para educar cotas

A-24: Lura do Grilo, sempre bem!

Lura do Grilo
Não gostas de ver homens a beijar homens? Pois és um "corta" retrógrado e homofóbico e deves ver a novela Ouro Verde da TVI que te ensina a seres tolerante! 
Achas estranho uma pessoa mudar de sexo e parece-te completamente impossível um médico mudar o gene que define o dito sexo em todas as células do corpo? Esquece! És apenas um cota intolerante e malvado que quer impedir a realização de um ser humano como tu. Tens dúvidas? Não tenhas. A novela Ouro Verde da TVI explica! 
Achas que os refugiados não são refugiados e que muitos fazem terrorismo e os restantes vivem melhor que tu, mas à tua custa? És um cota racista, um coração duro, és uma alma perdida entre o fascismo e o nazismo, és um insensível. Se tiveres dúvidas nessa cabecinha a novela Ouro Verde da TVI lava com champô três em um essa mente suja! 
És virgem aos 18? Guardaste castidade para quem te merece? Pois és deverás saber que és um anormal e para perceberes isto rapidamente deves ver a novela Ouro Verde da TVI.

Países Com Mais Refugiados Têm Mais Ataques Terroristas

 Via Fuga da caverna

Os globalistas que comandam os governos e os meios de comunicação na Europa nunca irão admitir a verdade sobre a crise dos refugiados. Eles nunca irão admitir que existe uma ligação direta entre abrir as fronteiras de sua nações às pessoas de nações caóticas e de terríveis ataques terroristas. Eles estão constantemente tranquilizando seus cidadãos de que eles não têm nada com que se preocupar com os refugiados que vêm de regiões propensas ao terrorismo, e sugerir o contrário é considerado racista e islamofóbico.

De fato, ao invés de admitir que a comunidade de refugiados está cheia de simpatizantes terroristas, e que este é um problema que precisa ser resolvido, o globalista tentam normalizar o terrorismo.

Na Suécia, o governo tenta reabilitar e reintegrar os combatentes do ISIS que retornaram ao seu país. Eles dão-lhes livre “habitação, emprego, educação e apoio financeiro” ao invés de deixá-los na cadeia. E no Reino Unido, o prefeito de Londres, Sadiq Kahn, tentou convencer todos que os ataques terroristas são “parte integrante da vida em uma cidade grande”.

Na realidade, o terrorismo não é uma parte normal de viver em uma cidade grande ou em qualquer outro lugar, e certamente não deve ser tratado como normal. Em vez disso, a origem desses ataques deve ser estudadas. E a principal fonte de terrorismo no mundo ocidental é claramente os milhões de imigrantes que chegaram nestes países. A prova deste fato é na forma de mapa que você nunca verá em qualquer canal de notícias ou publicação “oficial”.

Abaixo está uma imagem que mostra cada ataque terrorista, tentativa ou confirmado que ocorre na Europa desde 2012. Consegue notar algo?

As nações que se tornaram os destinos mais “populares” para os refugiados, são também as nações com mais ataques terroristas. França, Alemanha, Suécia e Reino Unido estão repletos de incidentes terroristas. Entretanto, os países que não acolheram tantos refugiados, como a Polônia, a Eslováquia e os países bálticos, têm muito poucos ataques terroristas ou nenhum.
Se você clicar no link fornecido acima da imagem, e percorrer o mapa, você verá que existem apenas alguns países europeus que enfrentaram numerosos incidentes relacionados ao terrorismo, apesar de não admitir muitos refugiados. Há a Irlanda, onde a maioria desses pontos vermelhos e laranja parecem ser frustradas ataques a bomba; Muito provavelmente relacionados com dissidentes irlandeses. Na República Checa, o punhado de tentativas de ataque foi causado por radicais esquerdistas. E na Ucrânia, a maioria dos ataques está relacionada com a luta interna dessa nação com os separatistas russos.

Obviamente há uma ligação entre admitir inúmeros refugiados do Oriente Médio e ataques terroristas domésticos. O governo americano também sabe disso. Por exemplo, alguns dias antes de o diretor do FBI, James Comey, ser demitido por Trump, ele se apresentou perante um comitê do Senado e admitiu que 15% das investigações relacionadas ao terror envolvem refugiados. Esse é um número chocante quando se considera que os EUA admitiram 85 mil refugiados no ano passado e que a porcentagem da população que se consideraria refugiada é provavelmente inferior a 1%.

A solução para este problema é óbvia, e é uma solução que os globalistas ocidentais nunca considerarão. Ou examinam cuidadosamente refugiados que querem fugir para os países, ou não os deixam entrar.

quarta-feira, 24 de maio de 2017

Morre mais gente em quedas na banheira do que em atentados terroristas. Porque devemos dar mais importância aos segundos do que aos primeiros?"

Paulo M. Costa
"Morre mais gente em quedas na banheira do que em atentados terroristas. Porque devemos dar mais importância aos segundos do que aos primeiros?"
Brendan O'Neill explica porque é que este tipo de argumento, tão frequentemente ouvido, é terrivelmente infantil.

Brendan O'Neill
I've been on the radio five times in the past few hours, debating people who have gone a bit mental over my spiked article on Manchester. And they've said similar things: "Well, statistically speaking, you're more likely to die falling out of your bath than in a terrorist attack..."; "More people die on the roads than in terror attacks so why aren't you angry at cars..??"; "Storms cause more deaths than terrorism..."
This is so infantile. Terrorism is not an accident or a natural disaster. It is a conscious act. It is a product of ideas and ideology. It is *designed* to kill you, and to spread fear. Baths are designed to wash you, cars are designed to transport you, and if they kill you, it's a mistake. There is no comparison between a car crash and someone deciding and planning to detonate a bomb at a pop concert. I've been really surprised by the terrorism denial I've witnessed over the past 48 hours. People are running from really hard moral and political questions and basically saying: "Shit happens. Let's mourn and move on." They are desperate to drain terrorism of its evil intent and ideological content and reduce it to something that is sad but also an unavoidable, routine part of life, like falling down the stairs.
Nope. I accept that one day I might fall out of my bath. That's life. But I refuse to accept that one day a fellow citizen of mine might be blown up as he has a drink or dances with friends. That isn't life, and never should be.

Gráficos: Como o clube mundial de milionários está a mudar (Insider Pro)

terça-feira, 23 de maio de 2017

País: Um quarto do poder de compra em sete concelhos


Marktest
Lisboa, Porto, Sintra, Vila Nova de Gaia, Cascais, Oeiras e Loures. Nestes sete concelhos concentra-se um quarto do poder de compra do Continente, segundo os dados disponíveis na aplicação Sales Index da Marktest.Estudos sobre os Concelhos/Regiões , ,  Grupo Marktest,  2 maio 2017Criado pela primeira vez em 1992, o índice Sales Index permite acompanhar anualmente como se caracterizam os concelhos do Continente em relação aos indicadores de poder de compra regional.
A edição de 2017 deste índice mostra-nos, como habitualmente, um país assimétrico, com um elevado peso de um conjunto muito restrito de concelhos.
Este índice, que totaliza 1000 no conjunto dos 278 concelhos do Continente, apresenta um valor máximo em Lisboa (99.8‰). Porto é o segundo concelho com maior poder de compra, seguido de Sintra, Vila Nova de Gaia e Cascais.
Se a estes cinco concelhos juntarmos Oeiras e Loures, obtemos mais de um quarto (26%) do poder de compra do Continente, concentrado assim num espaço que ocupa uma área inferior a 1% do território.
Alargando esta análise, vemos que metade do poder de compra do Continente se concentra em 26 concelhos, sobretudo localizados no litoral tal como o mapa identifica.
  


Estes 26 concelhos representam apenas 6% da área total do Continente mas concentram 45% da sua população residente, 26% do parque habitacional, 44% das dependências bancárias, 50% da atividade do Multibanco, 44% dos estabelecimentos comerciais, 59% das vendas de automóveis, 45% do consumo de eletricidade ou 70% dos médicos. Nestes concelhos localizam-se 46% das empresas nacionais, 55% dos trabalhadores ao serviço nessas empresas e 24% dos alojamentos turísticos (incluindo alojamentos locais).
                                                                    
O índice de poder de compra regional (ou sales index) é um índice expresso em permilagem que permite comparar os concelhos entre si e analisar a contribuição de cada um para um total de 1000, que corresponde à soma dos 278 concelhos do Continente.
É calculado com base em informação indicadora do potencial de rendimento e consumo de cada concelho, nomeadamente a população residente, as receitas fiscais, as vendas de automóveis, os consumos de electricidade, as dependências bancárias e os estabelecimentos comerciais.
Este índice é calculado pela Marktest desde 1992 e constitui uma referência na aplicação para o Geomarketing Sales Index , que a Marktest desenvolve desde então. Consulte aqui mais informação sobre esta aplicação ou contacte-nos se pretender uma demonstração ou mais informações.

Mais um atentado

A-24: E agora, preparai-vos para o costume."Isto não tem nada a ver com o islão", vão publicar bandeiras inglesas nas redes sociais, vão acender velas e espalhar flores no cenário terrorista, irão dizer "não temos medo", vão aparecer músicos a cantar pela paz, a fraternidade e sobretudo contra a islamofobia. Políticos ingleses e da UE irão dizer que nada mudará o nosso estilo de vida... só é pena que nenhum filho de um destes genocidas se encontrava na Manchester Arena. E no dia seguinte, já amanhã, volta a programação normal. "The new normal".

"Eles e Nós" por Vasco Pulido Valente

Vasco Pulido Valente 
Quando, no sábado passado, Salvador Sobral ganhou o Festival da Eurovisão, toda a gente começou a dizer que “nós tínhamos ganho”, que “nós éramos os melhores” e mesmo “os melhores dos melhores”. Nem o Presidente da República, nem o primeiro-ministro escaparam a esta absurda identificação. Pior ainda: indivíduos sem a mais leve autoridade na matéria não se coibiram de explicar publicamente a natureza e qualidades da música de Luísa Sobral que acharam “simples” (não é), “diferente” (de quê?) e com tanto “sentimento” que ia “directa ao coração” (um comentário idiota e nulo). Ora, como se sabe, “nós” como entidade colectiva não contribuímos coisíssima nenhuma para o sucesso de Salvador Sobral e da irmã, e nada nos permite usar esse sucesso como pretexto para uma nova sessão de gabarolice nacionalista, que só a consciência da nossa mediocridade e da nossa miséria justifica e provoca.
Os portugueses precisam de sinais de uma importância e de uma grandeza que a realidade lhes nega. E porque sofrem dia a dia com a realidade qualquer pequena distinção lhes serve para se evadirem dela: a selecção de futebol ganha o campeonato da Europa (nós somos formidáveis); Guterres, que falhou tristemente aqui, é eleito Secretário-Geral da ONU (nós somos superiores); Salvador e Luísa Sobral ficam em primeiro lugar no Festival da Canção (nós somos logicamente incomparáveis). Isto mata. Não quero dizer que não se deva retirar um certo orgulho e um certo consolo de proezas como a de Kiev. O que digo é que o patriotismo português não se manifesta senão por transferência para um ocasional herói ou grupo de heróis. Não se manifesta porque não pode pela satisfação com o sistema de justiça, ou com a estabilidade das finanças do Estado, ou com o crescimento da economia, ou com o exemplar ordenamento das cidades. Sem diminuir o mérito dos nossos heróis, que é deles e não nosso, era bom começar por pedir que nos déssemos a nós próprios o que nos falta e o que merecemos. A expressão “Portugal está na moda”, que o cavaquismo inventou, é um símbolo do nosso fracasso; a glória reflectida nunca ajudou ninguém.
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Só sexta-feira à noite percebi o que se estava a passar. O Presidente Marcelo, o primeiro-ministro, o presidente da Assembleia da República e a própria Assembleia enlouqueceram com Salvador Sobral. Não há a menor dúvida. E, para quem ainda duvide, basta ligar a televisão. Não me lembro de ver um espectáculo remotamente parecido (a Câmara dos Comuns, por exemplo, a aplaudir de pé Gardiner, Simon Rattle ou os Beatles). O populismo da classe dirigente portuguesa, toda ela, nunca desceu tão baixo. A pressa em roçar-se pela fama de um pobre cantor indefeso e desarmado mostra bem quem é esta gentinha da política, que Portugal inteiro despreza. Por um voto e um pouco de presuntiva simpatia, roubada ao próximo, vende unanimemente a sua dignidade e a dignidade das suas funções. O carácter, para ela, não passa de uma ficção. Agora sabemos quem nos governa.