quarta-feira, 22 de maio de 2013

Martim vs. Raquel Varela


Acossado por problemas pessoais, não abusarei da prerrogativa tipográfica e direi, sucinto, aquilo ao que venho.
Portugal é uma Nação destruída; arrasada por sevandijas sem ofício ou profissão, que paulatinamente galgaram as balaustradas do poder mediático.

A exemplo, darei Raquel Varela e António José Seguro, como poderia elencar José Sócrates ou Emídio Rangel.

Dentro dessas carcaças é meu entender que não habitam pessoas no sentido em que entendemos a existência de pessoas.

Ontem, um homem de dezasseis anos chamado Martim Neves demoliu galhardo, brioso, firme e ungido pela honra dos que trabalham, a personificação do estatismo que o confrontava no programa Prós & Contras. 
Ao Martim, esperança do meu país e confrade dos nossos filhos na escaramuça que já se arrasta, o meu muito obrigado.
Bem hajas, Homem!
Fernando Melro dos Santos no Estado Sentido


Ontem, no Prós e Contras, um jovem de 16 anos, Martim Neves, contava como tinha iniciado o seu próprio negócio, a marca de roupa Over It. Eis senão quando uma investigadora da Universidade Nova de Lisboa, doutora em História Política e Institucional do ISCTE, o interrompe. (no video, aos 4:50). O Martim arrumou-a com uma frase. Mais tarde, a Doutora voltaria à carga com o Martim. É que para certos Doutores, o Martim é o protótipo do mal que devemos combater. Como conta Arnaldo Costeira, no Facebook, o problema da Raquel é a falta de noção do ridículo:

A FALTA DE NOÇÃO DO RIDÍCULO!… 
A História é simples: Esta noite no Programa ‘Prós e Contras’, no qual se apresentavam em certa altura exemplos de empreendedorismo, um jovem com apenas 16 anos falava sobre determinação, vontade de fazer coisas e de motivação para a mudança e para a acção. Apresentava o SEU caso de sucesso… uma marca de roupa chamada “Over it” que, surgiu da vontade de estar na moda a preços suportáveis e que em menos de um ano, está a ganhar mercado on-line e off-line, com encomendas até no estrangeiro. A certa altura é ridiculamente interrompido por uma convidada, Raquel Varela, doutorada, investigadora em pós-doutoramento na U. Nova e no Instituto Internacional de História… Poderia ser um contributo para a motivação para o empreendedorismo, mas não! Obviamente não sabe o que significa empreendedorismo, mesm estudando a fundo e do ponto de vista académico as questões laborais e esquecendo que para se criar emprego é preciso, antes de tudo ter uma ideia de negócio sustentável. Foi uma intervenção completamente descabida… de uma desfaçatez atroz. São este tipo de intervenções que tolhem os sonhos dos que querem construir coisas novas, encontrar alternativas e ser donos do seu destino… mas este miúdo, o Martim Neves, deu-lhe uma lição!!! É que há o perfeito, o óptimo e o possível… ser empreendedor é arriscar quando não há alternativas… quando se tem vontade de materializar sonhos… e pelos vistos há quem confunda com capitalismo!… Parabéns Martim! Persegue o teu sonho e não passes por cima de ninguém… Cara Prof. Doutora Raquel Varela, o seu percurso académico é, de facto, impressionante e relevante… mérito seu, mas entenda que a sua investigação, apesar de ser importante, não cria postos de trabalho, os que tanto defende… são estes exemplos de empreendedorimo que podem fazer a diferença… hoje apenas o Martim, amanhã quem sabe, uma cadeia de lojas.

Ao Martim Neves, que não conheço, os meus sinceros parabéns.

Jcd in Blasfémias



"Mudar o país ou mudar de país" era o mote do programa Prós e Contras de ontem.
Um jovem de 16 anos, de seu nome Martim, foi convidado pela produção para falar da marca de roupa que ele próprio criou.
Num acto verdadeiramente empreendedor, uma espécia de senhora, alegadamente doutorada, insurgiu dizendo se o Martim sabia onde as suas camisolas eram feitas, se não viriam da China, onde se trabalha por uma malga de arroz. 
Martim prontamente respondeu que a sua roupa era feita numa fábrica portuguesa, por operários portugueses.
Não satisfeita, de novo a Sra. Doutora questionou se essas pessoas não estariam a ganhar o ordenado mínimo, com ar repugnante.
Martim, novamente de forma eficaz respondeu que pelo menos não estavam desempregadas.
A plateia aplaudiu, e a Sra. Doutora ficou calada.
O empreendedorismo não vem nos livros nem em teses de doutoramento, o empreendedorismo está dentro de cada um independentemente da idade.
Os empreendedores merecem ser respeitados. E este jovem merecia tê-lo sido naquele momento.
À pergunta feita em título "Mudar o país ou mudar de país?", duas soluções:
Para o Martim: Mudar o país.
Para a Doutora Raquel Varela: Mudar de país, e rápido, juntamente com a sua tese de doutoramento.
Psicolaranja by Pedro Miguel Carvalho