quarta-feira, 26 de junho de 2013

O melhor da semana

Aquilo a que se chama ideologia não tem passado frequentemente de contar com o dinheiros dos outros. Tema do meu artigo de hoje no DE: : viver do dinheiro dos outros sai sempre caro ao povo que é quem paga a factura. Mas tem garantido boa parte daquilo a que em Portugal (e não só) se chama fazer política.
Helena Matos



Acho espantoso que tenham aceite pagar multas ao invés de deixar a coisa ir para tribunal. O efeito da coação legal e o medo da autoridade já estão tão entranhados que nem se contestam medidas policiais obviamente disparatadas e ilegais.

Gabriel Silva

Vocês [autarcas socialistas] vão primeiro, a seguir seremos nós. Foi assim, sem mais, que o líder socialista resumiu ao que anda. E o pior é que terá razão: depois de terem arruinado o país, os socialistas regressarão ao poder lá para 2014 ou 2015 a tempo de colherem os frutos dos anos de austeridade da coligação PSD/CDS. São beneficiados em toda a linha, não só porque não vão ficar 20 anos na oposição - que era o mínimo que se exigia depois do que fizeram - como irão encontrar o país em muito melhor estado do que deixaram. Para tudo isto contribuirá a gigantesca manobra de branqueamento da governação do PS, atualmente em vigor, como ainda a impressionante falta de memória e de discernimento do eleitor médio.

DL


E assim vai o mundo
Snowden, o homem do momento, anda em em trânsito entre a Rússia, Cuba e Equador, lugares pouco recomendáveis para jornalistas ou mesmo para quem gosta de dizer o que lhe vai na alma. A definir todos os seus cuidadosos passos está Baltasar Garzón, célebre juiz que, recorde-se, foi suspenso das suas funções por ter ordenado escutas ilegais às conversas entre um grupo de suspeitos em prisão preventiva e os seus advogados. Snowden, parece, está em luta pela liberdade de expressão e pelo direito à privacidade.
Carlos M. Fernandes


(...) onze jovens comunas foram levados para a esquadra por andarem a pintar um mural numa escola secundária do Porto. A comunistagem indignou-se: liberdade de expressão, constituição, direitos, etc. Aquelas coisas que a oposição grita quando é apanhada a pintar murais na Coreia do Norte, no Laos, na China. Os comunas acham que têm o direito de emporcalhar seja o que for. Não aprenderam nada com a javardice que fizeram, há uns anos, nas escadas monumentais em Coimbra. Acham que qualquer muro, parede deste país é propriedade colectiva e susceptível de consequente abandalhamento.
Joao Vaz
(...) É que a propriedade pública não é, ao contrário do que alguns marxianos de biberão pensam, um poiso para actos de vandalismo. Ou, pelo menos, não deveria ser.
João Pinto Bastos