sexta-feira, 8 de agosto de 2014

Crónicas da Hipocrisia pró-palestina





Este panfleto que andava ontem a circular pelo Martim Moniz é todo um programa político de deslegitimação do Estado de Israel. Tem impressas as tradicionais sete palavras utilizadas pelo agit-prop palestinianista:

Solidariedade - A solidariedade vai toda a Palestinia. Até hoje não houve uma manifestação a favor das vítima do conflito na Síria (170 mil mortos);
Genocídio - Esta palavra só é utilizada nos conflitos em que Israel está envolvida. Nos outros utilizam a palavra 'guerra';
Sionismo - 99,9% dos manifestantes não faz a menor ideia do que é o sionismo, mas é a palavra que melhor substitui aquela que (ainda) não têm coragem de escrever;
Bloqueio - Parece que só há um bloqueio à Faixa de Gaza, o israelita - sobre o do Egipto nem uma linha; 
Presos - Chamam presos políticos a pessoas presas por atos terroristas;
Ocupação - Entendem por 'ocupação' toda a Palestina ocupada;
Regime - Apelidam o governo israelita de regime e pedem o corte de relações com Israel - o primeiro passo para declararem ilegal a existência de Israel.

Estes manifestantes de pacifistas nada têm e o seu objectivo não é a criação de um estado palestiniano ao lado de Israel, mas sim a subsituição de Israel por um estado palestiniano. Para isso promovem campanhas de deslegitimação de Israel, de forma a criar o caldo de cultura para o passo seguinte: a extinção do Estado de Israel Regime Sionista.

2 comentários:

Afonso de Portugal disse...

COnfesso que continuo sem perceber o que é que estes imbecis do "genocídio sionista" julgam que ganharão com a destruição de Israel... se isso vier a acontecer, teremos mais 6 milhões de judeus para acolher no Ocidente e um novo super-estado islâmico para temer no Médio Oriente.

A lógica desta escumalha ultrapassa-me, muito sinceramente...

A-24 disse...

Os imbecis favoráveis à destruição do estado de Israel, acéfalos como regra geral são, e bem instrumentalizados pelo PCP, BE e outras anormalidades, apenas seguem a sua ignorância.
Israel neste momento é um "tampão" naquela região, que separa a civilização da barbárie e só alguém com muito má fá ou ignorância é que se insurge contra esse Estado.
E muito bem dito, se isso acontecesse, seriam mais 6 milhões sem pátria e mais um país de selvagens em germinação, bem perto da Europa e cá para mim, prefiro um judeu ao pé de mim do que um muçulmano, por afinidades culturais.