segunda-feira, 4 de maio de 2015

Quanto mais corrupto é o país, mais infeliz é o povo. Dinamarca o país mais feliz do mundo

Via Não votem em corruptos

DINAMARCA, O PAÍS MAIS FELIZ DO MUNDO. O INCRÍVEL PAÍS ONDE SE REFERENDAM OS ELEVADOS IMPOSTOS E O POVO DECIDE MANTER A CARGA FISCAL. PAGAM IMPOSTOS COM PRAZER, MESMO SENDO OS MAIS ELEVADOS DO MUNDO, O PAÍS ONDE AS PESSOAS DETESTAM RECEBER SUBSÍDIOS...
No top 5 dos países mais felizes do mundo está a Suécia/5, a Holanda/4, Suiça/3, Noruega/2, Dinamarca/1. Nos últimos lugares do top da UE, estão Portugal no honroso penúltimo lugar e a Bulgária, no último. Impressionado?
O Dia Internacional da Felicidade foi no dia 20 de Março, mas por cá, não há grandes motivos para celebrar: os portugueses estão no grupo de cidadãos europeus menos satisfeitos com a sua vida.


É na Finlândia, Dinamarca e Suécia que há cidadãos europeus mais satisfeitos: os três países dão nota 8 à sua satisfação com a vida.
O estudo divulgado pelo Eurostat concentra-se no indicador de satisfação com a vida porque ele é "um indicador-chave de bem-estar subjectivo". "A satisfação com a vida é um conceito multi-dimensional que é muito moldado por vários factores sócio-demográficos, que conduzem a situações de vida distintas, bem como a diferentes expectativas e preferências", lê-se no destaque da publicação.
Surpreendentemente, ou não, não é o salário que mais contribui para os europeus estarem satisfeitos com a sua vida. "As condições de saúde são um dos factores determinantes na satisfação com a vida, à frente de outros factores como a posição financeira, a situação do mercado laboral ou as relações sociais", conclui o Eurostat. jornaldenegocios 
Para chegar ao ranking, a ONU fez perguntas diretas ao povo a respeito de sua felicidade e otimismono momento, além de perspectivas de vida. Depois, a pesquisa levou em conta o PIB per capita da população, expectativa de vida saudável, percepção de corrupção no país e liberdade, por exemplo.
Com elevados índices de educação, saúde e renda, a Dinamarca ficou no melhor lugar. Mas o que, realmente torna os dinamarqueses felizes é “o extremo grau de confiança que as pessoas têm umas nas outras e nas instituições”, segundo o professor de Economia Christian Bjornskov,  doutorado em “Felicidade e economia” pela Aarhus Business School.
“Nós perguntamos ás pessoas se elas acham que desconhecidos são dignos de confiança. Cerca de 70%, na Dinamarca, confiam. No Brasil, esse índice é de apenas 7%”, compara o professor.
A confiança que os dinamarqueses têm nas instituições do seu país – especialmente políticos e polícia, também os torna um povo mais feliz. “
Para um brasileiro, confiar nos políticos pode parecer estranho, mas a Dinamarca conta com um sistema de justiça que não deixa corrupção impune. Até 1840, explica Bjornskov, quem fosse apanhado em esquemas de corrupção passaria o resto da vida na cadeia.
O professor acredita que essas políticas rigorosas tenham tido como resultado a honestidade atual na política: “Você vai rir, mas o último grande escândalo político que tivemos por aqui foi quando um ex-primeiro ministro não conseguia justificar todas suas despesas”. Quanto dinheiro foi gasto sem explicação? “Cerca de 145 dólares. Aquilo foi um escândalo”. O professor se refere a Lars Lokke Rasmussen, que foi primeiro-ministro entre  2009 e 2011.

Os países onde as pessoas são mais felizes, segundo a ONU
Não é só no ranking de felicidade que a Dinamarca aparece entre as primeiras posições.O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), um dos principais medidores de qualidade de vida, do país é de 0.901. O IDH avalia critérios da educação, economia e saúde para classificar de 0 a 10 os países. Quanto mais perto do 1, melhor.
Na Dinamarca, a esperança de vida também está entre as mais elevadas do mundo. Em média, um dinamarquês vive até aos 79 anos, cinco a menos que o Japão, primeiro no ranking com esperança de vida de 83,6 anos.
No país, gasta-se mais de 5.600 dólares anualmente com saúde por pessoa, o que dá um total de 11,2% do PIB. O resultado do investimento aparece nos números: mais de 90% das crianças receberam as principais vacinas necessárias no primeiro ano de vida e 98,5% dos partos são assistidos por profissionais capacitados.
O país também tem notas altas quando avaliamos a educação. Segundo o Index de Educação, publicado pela ONU, a Dinamarca tem 0.993, empatado em primeiro lugar com Austrália, Finlândia e Nova Zelândia. 99% dos homens e mulheres são alfabetizados.
O salário anual dos dinamarqueses é de 30.777 Euros anuais. Para se ter ideia, um brasileiro ganha em média 9.321, Euros por ano. Em alguns países, como os Estados Unidos, o salário médio é maior (os norte-americanos recebem mais de 39.483 Euros anuais), mas na Dinamarca os gastos com serviços de saúde, educação, e outras necessidades sociais, são totalmente grátis.
Mesmo em outros rankings que consideram critérios mais gerais, a Dinamarca destaca-se. Segundo a Instituição Legatum, o país foi é um dos mais prósperos. Estão ainda em primeiro lugar no empreendedorismo e oportunidades. É o 12º país no ranking de competitividade do Fórum Económico Mundial e a taxa de desemprego é das mais baixas da Europa.
Segurança: É considerado um dos países mais seguros do mundo e o 7º melhor país do mundo para se viver e trabalhar, de acordo com o ranking 2013 OCDE.

Um video muito elucidativo de como todos os critérios acima referidos, afectam a vida das pessoas


Estudar na Dinamarca
A Dinamarca, como país membro da UE, possibilita a todos os cidadãos europeus o acesso às suas universidades de forma completamente gratuita. Para facilitar esse acesso, existe já um leque alargado de cursos leccionados em língua inglesa, como forma de cativar estudantes de vários cantos da Europa.
Os jovens são considerados o activo mais importante do país. Uma das principais preocupações é a necessidade de proporcionar a melhor qualidade possível na formação e na educação, por isso, a qualidade do ensino e investigação é reconhecida mundialmente.
O modelo de ensino dinamarquês assenta num sistema prático baseado na resolução de problemas: "Practice-Oriented Education" apresentando uma enorme articulação entre empresas, indústrias e universidades. Um estudante em part-time consegue chegar facilmente aos 800€ por mês.

Qualidade de vida: 
A Dinamarca possui duas políticas particularmente relevantes para o aumento do custo de vida (e não vou falar sobre gastos governamentais, presentes também no resto da Europa): uma das economias mais livres do mundo e uma das políticas de imigração mais restritivas do mundo, ao mesmo tempo. Isso significa que sua economia permite uma enorme geração de riqueza para aqueles que moram no país, mas a sua política migratória impede que pessoas de fora possam entrar e desequilibrar o próspero ambiente económico, pois contribuiriam para baixar salários e preços ao competirem com os locais.

Na Dinamarca as igrejas estão vazia... 
70% dos dinamarqueses confiam em

pessoas desconhecidas e confiam nelas próprias para melhorar a sua vida, no Brasil, país marcadamente religioso, onde as igrejas possuem milhões de seguidores que até pagam para o ser, apenas 7% dos cidadãos confiam em pessoas estranhas, preferem acreditar e confiar num deus jesus desconhecido.
Países menos religiosos são também menos violentos. 
A afirmação parece contraditória, sendo que a maioria das religiões prega a paz e o amor, mas, segundo o Índice Global da Paz (IGP) de 2012, apesar do mundo em geral ter ficado um pouco mais pacífico nos últimos anos, são os países menos religiosos que continuam sendo menos violentos.


O que é o IGP?
O Índice Global da Paz, desenvolvido pelo Instituto de Economia e Paz, em conjunto com a Unidade Economista de Inteligência com a orientação de uma equipe internacional de académicos e peritos em paz, classifica as nações do mundo pela sua tranquilidade.
Composto por 23 indicadores, que vão desde o nível de despesas militares de uma nação às suas relações com os países vizinhos e o nível de respeito aos direitos humanos, incluindo os níveis de democracia e transparência, educação e bem-estar material, o IGP usa uma ampla gama de fontes respeitadas, incluindo o Instituto Internacional de Estudos Estratégicos, do Banco Mundial e várias entidades da ONU, para contribuir significativamente para o debate público sobre a paz mundial.
Na sexta edição, o IGP indica que o mundo se tornou mais pacífico pela primeira vez desde 2009; todas as regiões, excepto o Oriente Médio e o Norte da África (que sofrem atualmente as consequências da Primavera Árabe) viram uma melhoria nos níveis de tranquilidade geral. O Brasil, em particular, subiu duas posições, passando de 85º para 83º país mais pacífico dentre os 158 analisados.
A Islândia é o país mais pacífico do mundo, pelo segundo ano consecutivo, e a Somália continua a ser nação menos pacífica do mundo pelo segundo ano consecutivo.
A Síria foi o país que caiu pela maior margem: mais de 30 lugares, indo para 147º. Isso com certeza têm a ver com o fato de estar passando por uma guerra civil, sofrendo uma escalada da violência nos últimos 14 meses, que matou mais de 16 mil pessoas no país. O contrário ocorreu com o Sri Lanka, já que o fim de sua guerra civil elevou o país em 30 lugares.
Pela primeira vez, a África Subsaariana não é a região menos pacífica do mundo, aumentado seus níveis de paz desde 2007. Como já dissemos, o Oriente Médio e Norte da África é hoje a região menos pacífica, refletindo a turbulência da Primavera Árabe.
Pelo sexto ano consecutivo, a Europa Ocidental continua a ser a região mais pacífica, com a maioria dos seus países no top 20. A América do Norte experimentou uma ligeira melhoria, mantendo uma tendência desde 2007, enquanto a América Latina experimentou uma melhora geral com 16 dos 23 países aumentando sua pontuação de paz.

Veja ainda este artigo sobre a Suécia.

Religião x paz
Na Nova Zelândia, Dinamarca e Noruega, países que estão no top 10 de mais pacíficos, o conflito religioso na sociedade é praticamente inexistente. Também, um ranking feito pelo sociólogo Phil Zuckerman mostrou que todos os países desse top 10, menos a Irlanda, estão entre os 50 menos crentes do mundo.
Quanto à religião, de acordo com a pesquisa do instituto alemão Bertelsmann Stifung, 95% dos jovens brasileiros (entre 18 e 29 anos) explicitam suas ligações religiosas: somos o terceiro país mais religioso do mundo, atrás apenas dos nigerianos e dos guatemaltecos.

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