domingo, 11 de outubro de 2015

Os Sionistas Precisam de Nós ou Porque Sem Europa Não Haverá Israel

João José Horta Nobre
"Não faças a outro o que não queres que se faça a ti. Eis toda a Lei. O resto é comentário." - Hillel, o Ancião, Talmude Babilónico, tractate Shabbat 31a
Não sei o que actualmente vai na cabeça dos Judeus Sionistas. Não sei se pretendem, de facto, arrasar com a Europa de uma vez por todas, como forma de se vingarem das perseguições de que foram alvo no nosso Continente desde os tempos do Império Romano, ou se pretendem apenas manter-nos perpétuamente em escravatura através da influência e domínio exercido pela alta finança em todos os sectores da nossa sociedade.

Seja como for, o facto é que as teorias em circulação sobre Sionistas e Sionismo são muitas e geram bastante confusão, especialmente em quem não tenha o mínimo de preparação intelectual para perceber aquilo de que estamos a falar.

Devo dizer, antes de mais e falando na condição de goyim, que este meu escrito nada tem a ver com Anti-Sionismo, ou Pró-Sionismo. Não sou Judeu, nem semita e por isso mesmo não tenho nada a ver com a luta dos Judeus pela construção e manutenção do Estado que hoje dá pelo nome de Israel. Da mesma forma que também não tenho nada a ver com a luta de muitos Muçulmanos pela construção de um novo Califado Islâmico, sendo a última e mais bem sucedida tentativa nesse sentido, o actual Estado Islâmico erguido entre a Síria e o Iraque. Estas não são as minhas batalhas e por isso mesmo não tenho, nem quero ter, nada a ver com estas questões, que dizem respeito acima de tudo aos povos interessados nas mesmas. Eles que resolvam o assunto entre eles, pois é, de facto, um assunto entre eles.

Mas, sou Português e por consequência Europeu e por isso, mesmo que não queira, estou irremediavelmente ligado por laços sanguíneos e culturais ao "velho Continente" e ao que se passa no mesmo. Isto significa que se, de facto, existem sionistas que pretendem destruir o meu País e o "velho Continente", eu e todos os restantes patriotas temos uma obrigação sagrada de combater esses Sionistas até os mesmos serem destruídos ou desistirem de fazer a guerra contra nós. O mesmo aplica-se a qualquer outro inimigo que nos deseje mal ou queira fazer guerra.

Mas há um problema, é que eu não possuo provas e até agora ninguém me conseguiu apresentar provas sólidas da existência de um plano Sionista para destruir a Europa e até dominar o Mundo como alguns alegam. Ora, não sendo eu nenhum Cristão exemplar, sei pelo menos que é errado acusar sem provas e ainda mais errado é perseguir seja quem for sem provas que fundamentem e justifiquem tal perseguição.

Por este mesmo motivo, não existe um "estado de guerra" entre mim e os Sionistas, ou sequer com o povo Judeu.

Mas tenho notado que há uma tendência, talvez motivada por factores históricos, ou não... para muitos membros da elite Judaica que escrevem e surgem nos media Europeus, defenderem de forma fanática coisas como o fantasioso multiculturalismo e a imigração em massa de povos extra-europeus para a Europa. Porém, quando se fala da segurança do Estado de Israel, estes mesmos Judeus alteram o discurso e falam de coisas como a necessidade de construção de muros defensivos, protegidos por drones, arame farpado e soldados armados até aos dentes com o que de melhor se produz hoje no domínio da tecnologia militar.

É óbvio que eu não consigo compreender esta dualidade de critérios e a considero extremamente injusta. Porque é que há certos Judeus que defendem o direito de Israel a proteger as suas fronteiras, enquanto simultâneamente atacam as Nações Europeias quando estas fazem o mesmo?

Israel julga-se no direito de ser um "Estado Judaico", no sentido étnico-religioso, mas as Nações Europeias já não têm o direito de serem igualmente "Estados Europeus" no sentido étnico-religioso. A duplicidade de critérios é tão gritante que só não a vê, quem não quer ver...

Ninguém no seu perfeito juízo pode considerar que isto faça sentido...
Não faz, da mesma forma que não faz absolutamente sentido algum, as extremas preocupações de Israel para com a República Islâmica do Irão, enquanto simultâneamente quase não se ouve um líder Israelita criticar ou falar sob a ameaça representada pelo Estado Islâmico que já está às suas portas.

Seja como for e seja o que for que os Sionistas estejam a preparar (talvez até não estejam a preparar nada, não sabemos), há algo que eu julgo que lhes está a escapar e essa é uma evidência que não podem continuar a ignorar, sob pena de serem futuramente vitimados por um novo holocausto que fará o de 1941-1945 parecer uma mera brincadeira de crianças em comparação.

Esta evidência é muito simples e fácil de explicar e entender: Sem Europa, não haverá Israel, ou seja, as hordas muçulmanas que hoje se estão a infiltrar na Europa, não tardarão a tomar conta da mesma em algumas décadas e a Europa branca e Cristã de hoje, será no futuro uma Europa acastanhada e muçulmana. Não é preciso ser-se um génio para saber que o Islão é altamente intolerante para com outras culturas e religiões e uma vez dominada a Europa, o Norte de África e uma parte da Ásia, não tardarão a lançar-se contra o pequeno e minúsculo Estado de Israel.

Se a Europa for islamizada, não haverá nenhuns Estados Unidos da América que possam proteger Israel e este, por mais muros, drones, tanques, bombas, mísseis e soldados que consiga reunir, não tardará a ser vergado sob a pressão das hordas do Islão que darão aos Judeus de Israel as três hipóteses previstas na Lei Islâmica: a conversão ao Islão, o pagamento de um imposto religioso se quiserem continuar a professar a fé Judaica, ou a morte.

Os Sionistas que não se iludam com fantasias delirantes, por mais bombas atómicas que Telavive possua, nada poderá deter as hordas do Islão que amam mais a morte do que a própria vida. As perseguições encetadas contra judeus desde a época do Império Romano, incluindo as que foram movidas pelo implacável Nazismo, não são nada em comparação com o que os muçulmanos poderão fazer no futuro ao povo judeu.

A arma prodigiosa que o Islão utiliza para se expandir, muito mais do que a própria fé, é o ventre das mulheres. É um dever islâmico para todo o homem e mulher submetida às leis do Alcorão, casar e reproduzir-se ao máximo. Por este mesmo motivo, os muçulmanos, conseguem através da mera reprodução humana, criar em tempo recorde autênticos exércitos prontos a continuar a missão religiosa dos seus progenitores.

Tudo o que acima foi dito deveria ser o suficiente para todo o Judeu Sionista pensar duas vezes antes de querer lançar pedras aos Cristãos brancos da Europa quando estes defendem as suas pátrias de invasões artificialmente provocadas. É que os sionistas não se devem de esquecer que apesar de não sermos perfeitos, somos ainda o melhor amigo e aliado que Israel poderá alguma vez encontrar. A alternativa a uma Europa branca e Cristã, é uma Europa Muçulmana, com armas nucleares e a espumar de raiva e ódio contra todos os "infiéis" dentro e fora de portas. Não me parece que os Judeus prefiram ter uma "coisa" assim como vizinho e muito menos ver o Mediterrâneo a transformar-se num lago islâmico...

Eu nunca escrevi ou disse em sítio algum que os Judeus não devem de ter o direito a ter um Estado próprio. Pessoalmente, não vejo alguma inconveniência nisso. Da mesma forma que não vejo alguma inconveniência na criação de um Estado Curdo. Portanto o que está em causa não é o direito de Israel a existir, mas o direito à existência por parte das Nações da Europa, direito este que é do total interesse de Israel, do Sionismo e de todos os Judeus do Mundo.

Recentemente, a jornalista Anglo-Judia Emma Barnett veio apelar num artigo publicado The Telegraph para a necessidade de a Europa"acolher os necessitados" que hoje nos chegam às fronteiras em autênticas ondas humanas.[1] Por sua vez, o ex-Comunista Judeu David Aaronovitch decidiu também opinar sobre a mesma questão e do alto do seu lunatismo semita afirmou que "com os preparativos adequados, poderíamos acolher todas as pessoas... e mal dar por isso. Poderíamos transformar aqueles magros e assustadores jovens homens em engenheiros eléctricos."[2]

Então não se está a ver que sim!

O nível da demência cuspida actualmente pelos media no que concerne à actual questão dos refugiados, rivaliza com a demência da própria propaganda nacional-socialista no auge da guerra de 1939-1945. Não esquecer, esses também queriam dominar o Mundo e acabaram como acabaram...

Aquilo que Judeus dementes como Emma Barnett e David Aaronovitch não compreendem é que as hordas de Mouros que hoje penetram pela Europa adentro, não vão apenas encetar perseguições contra Cristãos, mas contra todo aquele que não for um seguidor da sua fé, isto inclui obviamente os Judeus. Trata-se de uma questão de tempo e quando terminarem o trabalho de "limpeza" dentro da Europa, não hesitarão em lançar-se contra Israel que fica mesmo aqui ao lado...

O tribalismo violento, a violação indiscriminada de mulheres e o próprio desrespeito total por qualquer "direito das mulheres", a somar-se a uma corrupção endémica, são tudo atributos das sociedades Islâmicas de onde provém a maioria dos refugiados que hoje intentam entrar na Europa para "enriquecer" a mesma.
Pergunto aos Judeus Sionistas que hoje defendem o multiculturalismo fanático para a Europa, quem é que estes julgam que serão os mais anti-semitas, homofóbicos, misóginos e intolerantes? Será que serão os Cristãos brancos da Europa ou os Sírios, Etíopes, Somalis, Eritreus, Afegãos, Iraquianos e Sudaneses que hoje querem entrar pela nossa casa adentro sem para tal terem sido convidados?
Julgo que a resposta é mais do que óbvia. Aliás, até posso dar um bom exemplo sobre aquilo de que estou a falar. O meu amado Portugal era até há bem poucos anos um País de relativos brandos costumes e onde nunca se registaram práticas bárbaras do Terceiro Mundo como a mutilação genital feminina, hoje porém, graças à patética classe política que sequestrou as rédeas da Nação e abriu as nossas fronteiras a toda a espécie de criaturas, essa prática passou a ser levada a cabo no nosso País, no seio da comunidade Islâmica Guineense e Portugal é assim agora um País que consta da vergonhosa lista de Nações onde é praticada a mutilação genital feminina. Pode-se dizer que isto é apenas mais um contributo "enriquecedor" dos internacionalistas e multiculturalistas fanáticos instalados no seio da nossa Pátria. Podia citar muitos mais, mas por ora ficamos com este.
Os Judeus Sionistas devem de compreender que o fim da Europa, será mais tarde, ou mais cedo, o fim do próprio Estado de Israel e possivelmente de todas as já de si pequenas comunidades Judaicas na Europa, Médio Oriente e África. Sem Europa, não haverá Israel. É bom que todos os Judeus do Mundo, Sionistas ou não, pensem nisto e parem de financiar e apoiar quem nos quer destruir, sob pena do"feitiço virar-se contra o feiticeiro"...

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