sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

Animais de todo o mundo, uni-vos contra o PAN!

Via iOnline

Os animais não merecem essa condescendência da parte de um grupo de humanos que acha que tem autoridade para decidir quais são os seus direitos.


Uma pomba branca com um raminho de oliveira no bico pousou no parapeito da minha janela antes de eu escrever esta crónica. Pensei que poderia ser um sinal divino, mas depois vi-a morrer lentamente após ter ingerido o veneno que lá costumo colocar para estas situações. Aqueles ratos alados só servem para espalhar doenças e os únicos pombos de que gosto são os que são confecionados pelo chefe dr. José Avillez.

Toda a gente acha muita graça ao PAN por, supostamente, defender os chamados “direitos dos animais”. Que direitos são esses? Serão os militantes do PAN drs. Doolittle que dominam a língua dos animais?

Os animais não merecem essa condescendência da parte de um grupo de humanos que acha que tem autoridade para decidir quais são os seus direitos. Nós, na direita, é que defendemos verdadeiramente os direitos dos animais porque não somos hipócritas nem pretendemos falar em nome deles. Eles têm a vida deles, nós temos a nossa. Nós comemos animais da mesma maneira que um leão nos comeria se nos apanhasse desarmados na savana. É a natureza

A questão das touradas, por exemplo. Ponham-se no lugar do touro.
O que é que preferiam? Morrer numa arena como lutadores de MMA interespécies e serem aclamados por milhões de pessoas, depois de uma vida fantástica num prado verdejante a cobrir vacas boazonas; ou, como acontece com outros bovinos, morrer repentinamente e sem qualquer preparação, com um tiro de pistola de ar comprimido na cabeça, depois de uma vida desgraçada numa vacaria malcheirosa? Eu sei o que preferia.

Reparem: nós, para o touro, somos uma espécie de coalas. Deve dar um gozo tremendo a um touro lutar contra nós. Se eu, antes de morrer, tivesse a hipótese de enfrentar um coala armado de bandarilhas em cima de um cavalo, ou de mandar marradas num grupo de coalas vestidos de mariconços, seria espetacular. Aliás, vou acrescentar isso à minha bucketlist.

Em relação aos cães, segundo o PAN, defender o direito de um cão é castrá-lo, enfiá-lo dentro de uma casa de onde só pode sair três vezes por dia e, quando sai, vai atrelado a um freak ganzado que o envergonha à frente dos outros cães, fazendo malabarismo e apanhando o seu cocó com um saquinho. Isto é a humilhação total.

Para um cão, a alternativa a esta vida de escravo e adereço de um humano idiota é ir viver para um centro de acolhimento com outros cães. Ou seja, defender os direitos dos cães, para esta gente, é castrá-
-los e enfiá-los numa espécie de gulag. Nesta perspetiva, o Hitler também defendia os direitos dos judeus. Eu sou um defensor da liberdade dos judeus e dos cães.
O mesmo acontece com os gatos. Imaginem que possuem um, “resgatado” da rua, mas que fica enclausurado no apartamento um dia inteiro, só come ração e tem de fazer as necessidades numa caixa com areia que apenas é mudada uma vez por semana. E tem, acima de tudo, o ónus da responsabilidade de suprir as necessidades emocionais de mulheres que não conseguiram casar. Não vejo isto como defesa dos seus direitos, senão como o impedimento dos naturais direitos de matrimónio, ou seja, de o gato ser uma fuga ao casamento e de cumprir o papel de uma espécie de dr. Tony Ramos felino.
Depois há aqueles que se manifestam contra os animais que servem de cobaias para a indústria farmacêutica e de cosméticos. Qual é o problema de um animal fazer pela vida e ir contribuir para o desenvolvimento da economia? Os esquerdalhos acham que os animais são como eles e querem ficar em casa a comer Cheetos. Mas os animais são de direita e gostam de se sentir úteis. Defender os direitos deles passa por lhes dar uma ocupação. Se, pelo meio, receberem umas amostras grátis de perfumes e cosméticos, perfeito.
Os esquerdalhos gostam de estar em casa a comer Cheetos pagos com o dinheiro dos subsídios. Tudo bem. Mas podiam ser mais úteis se fossem mais como os animais e, a seguir, se fossem oferecer a uma companhia farmacêutica para testar medicação para o colesterol, dando alguma utilidade à sua ingestão excessiva de gorduras saturadas pagas por nós.

O melhor comentador político da atualidade

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