quinta-feira, 28 de abril de 2016

A elite globalista quer reduzir a população mundial

Via Marxismo Cultural 
Por Daryush Valizadeh

"Há algum tempo atrás propus a teoria de que a queda da natalidade no mundo ocidental estava a acontecer devido a alguma força cósmica que buscava equilibrar o universo. Eu estava errado. A força não é algo cósmico ou metafísico, mas humano. Depois de estudar as evidências, torna-se claro que está em operação um plano consciente que visa controlar a população humana através de métodos culturais e biológicos, o que irá permitir a que a elite sustenha ou aumente o seu poder e a sua riqueza.
A primeira evidência que demonstra como vocês foram indoutrinados em favor da ideia da redução populacional é que muito provavelmente vocês irão concordar com pelo menos duas das seguintes três frases, mesmo que vocês se considerem como pessoas que tomaram a "pílula vermelha":
1) "Agendas ou as iniciativas levadas a cabo pela elite global têm que ser inicialmente consideradas como 'teorias da conspiração'"
2) "Há demasiadas pessoas na Terra."
3) "As necessidades do meio ambiente estão acima dos planos que visam aumentar a fertilidade humana."
Não é coincidência o facto de vocês já estarem totalmente convencidos da agenda da redução populacional, e se por acaso vivem numa nação ocidentalizada, vocês chegaram a essa conclusão "naturalmente" visto que desde que entraram na escola primária que vocês são bombardeados com mensagens em torno dos "perigos" da sobre-população e da fragilidade do meio ambiente. Parece que todas as ideias progressistas [isto é, esquerdistas] que estão a ser propagadas no Ocidente têm uma coisa em comum: limitar a reprodução humana.
Eis aqui uma pequena lista de causas progressistas que têm percolado dos intelectuais e que foram mais tarde patrocinadas ou raptadas por activistas bilionários e por importantes organizações governamentais Ocidentais.
1. O aborto é uma "escolha" corporal, e não a matança dum ser humano. Resultado: reduz a população.
2. A pílula é uma "escolha" que permite que as mulheres vivam melhor o estilo de vida consumidor. Resultado: reduz a população.
3. O empoderamento feminino na forma do feminismo e do igualitarismo empurra as mulheres para o mundo laboral com o expresso propósito de atrasar a maternidade (ou eliminá-la por completo). Resultado: isso reduz a reprodução e a formação de famílias.
4. Promoção de estilos de vida estéreis na forma o homossexualismo e transsexualismo que nunca podem resultar na criação de novas vidas. Resultado: reduz a população, a reprodução, e a formação de famílias tradicionais.
5. Promoção do ateísmo, niilismo, individualismo e consumismo como alternativas sustentáveis à vida tradicional através da formação de unidades familiares. Resultado: reduz a reprodução e a formação de famílias tradicionais.
6. As necessidades do "meio ambiente" têm que ser colocados acima das necessidades dos seres humanos. Resultado: faz com que os seres humanos se sintam culpados por gerar famílias.
7. Ondas gigantescas de imigrantes estrangeiros são encorajadas a entrar nas nações Ocidentais como forma de quebrar os laços entre as tribos e os vizinhos, o que irá diminuir as noções do nacionalismo e do patriotismo ao mesmo tempo que transfere a fertilidade e os recursos económicos dos povos nativos para os estrangeiros. Resultado: diminui o número da população nativa."

1 comentário:

Anónimo disse...

Não existe superpopulação no mundo. O que existe é uma má distribuição das massas ao redor do Globo (ou da pizza?)Não importa o formato da Terra. O problema é que a maior parte da população se situa nas linhas litorâneas, onde a troca de valores, mercadorias é mais barata do que o interior dos continentes, devido ao frete. As coisas acontecem mais rápido nos litorais, não só a nível de commodities, como também, cultura, arte, negócios, governança e etc., vide a posição da maioria dos aeroportos e cais(não teria outro lugar melhor para este último) ao redor do mundo. se houvesse planejamento mundial e ou interesse, se criariam incentivos a interiorização das pessoas, de forma que poderíamos quintuplicar a população sem dano nenhum ao planeta. O que pode acontecer são os meios de produção tornarem-se ineficazes para o abastecimento global, sem contar com os meios de coleta da produção do lixo industrial e familiar que iria às extratosferas, caso consequentemente não houvesse reciclagem adequada a tanto e descomunal lixo produzido. Portanto esta idéia de superpopulação é uma entre tantas apregoadas pela elite global, por nojo de tanta gente ou descaso com preguiça da resolução dos problemas advindos.