sábado, 23 de abril de 2016

Não passam cartão a Catarina Martins

Estado Sentido
Sempre achei de grande utilidade o Partido Comunista Português (PCP), muito mais do que o seu derivado com aditivos pseudo-intelectuais - o Bloco de Esquerda (BE). Quer se concorde com o PCP ou não, temos de dar a mão à palmatória. Esse partido da Esquerda ortodoxa é igual a si. Não aprecia grandes mudanças de guião. O PCP faz lembrar o McDonald´s - um Big Mac é sempre um Big Mac. A Catarina Martins enganou-se no verbo, no género, no predicado, enfim, desbaratou uma imensa cartilha de imprescindíveis. Acordou um belo dia e pensou para com os seus botões de rosa: o que faz falta a Portugal? Ninguém me passa cartão. Boa ideia, isso mesmo. Cartão, cartolina. Motivo de chacota, dispensável. Vamos embora, venham de lá essa medidas de consolidação que não distinguem o género de austeridade. Jorge Machado, do PCP, deu-lhe com o martelo.

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