quinta-feira, 5 de maio de 2016

A Europa das Milícias


Isto é o que acontece quando os políticos e as autoridades não fazem o seu devido trabalho.
A classe política lacaia dos mundialistas, recusa-se a ordenar às autoridades que defendam os territórios sob o seu controle, em resposta, ou melhor, devido precisamente à ausênciade resposta, os civis desesperados começam a virar-se para quem tem armas e o poder de lhes oferecer alguma protecção contra a "iminvasão" islâmica, neste caso, a máfia siciliana.
É uma questão de tempo até o fenómeno se começar a multiplicar pelo resto da Europa e isso vai apenas ao encontro do que já aconteceu em época passadas. Quando as autoridades legítimas não protegem os cidadãos que são quem, de resto, lhes paga o ordenado, então passa a ser legítimo que esses mesmos cidadãos procurem protecção e ajuda em meios extrajudiciais.

Se a situação continuar como está, podem ter a certeza que é mesmo apenas uma questão de tempo até termos a Europa repleta de milícias armadas e que não vão responder perante as autoridades ditas "oficiais". Daí até à guerra civil generalizada, é apenas um pequeno passo...

Não esquecer um "detalhe": Temos aqui ao lado um País chamado Rússia, que com certeza não se vai importar de fazer chegar uns carregamentos de armas à costa quando a coisa "aquecer" um bocadinho mais. Desde que seja para enfiar chumbo nos lacaios da União Eurpeia e da NATO, Putin está sempre disponível para fornecer armamento de guerra (o que se passou na Ucrânia foi disso um bom exemplo...). Se entretanto, a Mademoisselle Le Pen vencer as presidenciais em França, então aí, passa a ser ainda superior a hipótese de haver armas de guerra a "misteriosamente" darem à costa de alguns países da UE ou a entrarem dissimuladas num carregamento de batatas francesas por via terrestre (percebem agora porque é que as elites têm tanto medo da dita "extrema-direita"...).

Os políticos de merda que temos na Eurpa, é bom que pensem nisto tudo, se não quiserem correr o risco de um dia destes acabarem encostados a uma parede ou a partir num avião rumo ao exílio...

João José Horta Nobre
27 de Abril de 2016

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