domingo, 29 de maio de 2016

Crónicas dos últimos dias com o Sr. Hamsun

A24: Do mais assertivo comentador da área nacionalista portuguesa

Via O Século das Nuvens

Dos "refugiados" 
Mais 2000, desta vez. Agora até os vão buscar às águas territoriais líbias, mas neste caso não se trata de violação da zona marítima de um estado soberano. Provavelmente, ficaria mais barato se organizassem ligações aéreas para invasores a partir do Congo, Senegal, etc. Porque, afinal, a economia é muito importante.

Tristes tempos, estes, em que são as marinhas dos países invadidos a resgatar invasores. Antigamente, combatiam-nos. Agora, acolhem-nos.
E, para terminar: estes também vêm da Síria? tinha ideia que os sírios eram mais claros.
Da Escola pública vs. Escola privada  
Esta questão da escola pública vs escola pseudo-privada mostra, mais uma vez, as prioridades da direitinha. Não é a primeira vez que esta polémica surge. Tal como em outras ocasiões, a direitinha desunha-se na defesa da sua dama, a "liberdade de escolha". Se esta fosse, de facto, a preocupação teríamos a aposta no cheque-ensino, esse sim capaz de a proporcionar. Mas, no limite, de que serve a liberdade de escolha quando os programas são impostos pelo Estado? a escolha é, de facto, relevante se eu puder optar por uma escola onde se ensinem valores eternos, não os da moda. Há escolas assim? no ensino público sabemos que impera o relativismo, o esquerdismo e o politicamente correcto. Mas, no pseudo-privado, o cenário é diferente? ensina-se o amor à Pátria, essa coisa tão fora de moda? ensina-se o valor da raça? ou repete-se o discurso da vitimização de minorias escolhidas? fala-se a verdade acerca de questões como a dos refugiadistas? ou repete-se o mantra dos coitadinhos que fogem da guerra? realça-se o valor da família? ou não se julga o gueizismo, na sequência da conversa do sr. bergoglio? É que se a escola permanece agarrada ao discurso pós-moderno não interessa se é pública, pseudo-privada ou privada de facto. Porque, nesse caso, a única opção é pelo ensino no domicílio. Curiosamente permitido em Portugal e que vai tendo mais adeptos. Mas essa reflexão sobre conteúdos e ideologia não parece interessar muito a direitinha.


Das recentes eleições na Áustria 

Foi a percentagem de operários votantes no candidato nacionalista, nas eleições austríacas. Tal como em França e outros lugares, o operariado vota cada vez mais na área nacional. Deixou definitivamente de ser pasto da esquerda (mas tê-lo-á sido alguma vez?).
O candidato dos Verdes-Vermelhos obteve mais votos graças às mulheres e gente com estudos superiores. Nada de novo. As elites são as principais adversárias do nacionalismo. As universidades e o sistema educativo reproduz o discurso neomarxista. A batalha pela Europa tem sido perdida aí e vai ser preciso um esforço titânico para inverter o rumo às coisas. O problema é a falta de tempo. A esperança? a maior parte dos homens votou nacionalista. Começam a libertar-se de décadas de feminização e discurso politicamente correcto?

As alegrias do Bergoglio 
Já tínhamos conhecimento das barbaridades ditas pelo herege na entrevista ao La Croix, mas aqui são ainda mais dissecadas. Veja-se a desonestidade intelectual deste indivíduo, ao comparar a sabujice face aos islâmicos com o diálogo entre o papa Gregório e os ditos bárbaros. Esquece-se este tratante (ou melhor, finge esquecê-lo), que a maior parte desses ditos bárbaros eram cristãos, professando diferentes formas de crença, sobretudo o arianismo, pelo que era relativamente fácil integrá-los (como agora se diz). Mais uma vez se confirma que não há nada a esperar deste indivíduo, a não ser o mal, e que terão de ser os verdadeiros católicos a manter viva a chama da Igreja face a esta investida neomarxista que tem vindo a corroer os alicerces da instituição, desde o famigerado concílio mas de forma cada vez mais agressiva nos últimos três anos.

4 comentários:

Sr. Hamsun disse...

Obrigado pela referência!

Bilder disse...

Outro site sobre o islam a não perder https://www.jihadwatch.org/why-jihad-watch

A-24 disse...

Não tem de quê, caro Hamsun!

A-24 disse...

Bilder - Nunca são de mais!