sábado, 28 de maio de 2016

E Eu Que Pensava Que as Fraudes Eleitorais só Aconteciam na Rússia...

 Via História Maximus


Desde o primeiro momento em que soube dos resultados das últimas eleições presidenciais na Áustria, eu desconfiei logo de que estávamos perante uma fraude eleitoral maquinada pelas elites globalistas. Tudo o que se passou é muito estranho, pois o candidato do FPÖ, Norbert Hofer, nos dias que antecederam as eleições, estava a liderar em praticamente todas as sondagens e a votação nas urnas confirmou isso mesmo, onde ele conseguiu manter uma vantagem de três pontos percentuais sobre o candidato da superclasse mundialista, o lacaio Alexander Van der Bellen. Ora, à última da hora e do nada surgiram uns tais votos por correspondência, que inverteram os resultados e deram a vitória ao candidato que as elites europeias e a superclasse mundialista queriam que vencesse as eleições.
Podem ter a certeza de que se acontecesse uma situação destas na Rússia, já teríamos toda a imprensa ocidental a fazer a choradeira do costume e a falar em "fraude eleitoral na Rússia", tudo muito provavelmente acompanhado pelas condenações verbais a que já nos habituaram, tanto da parte dos líderes da UE, como por parte do Obama e da seita que o rodeia.
O que aconteceu na Áustria já se tornou óbvio: estamos perante uma fraude eleitoral engendrada pela superclasse mundialista. Esta gente está a tentar impedir a todo o custo que cheguem ao poder na Europa líderes políticos que coloquem em causa o projecto europeu, que não passa de um protótipo para o futuro governo mundial totalitário que os lunáticos da superclasse mundialista estão a preparar.

Norbert Hofer não é, nem nunca foi um "neonazi" como a imprensa ao serviço das elites o tenta pintar. Isso é tudo mentira sem qualquer fundamento. Norbert Hofer é, isso sim, um patriota que quer salvar o seu País das garras da tirania global que os mundialistas lhe querem impingir a ele e à sua Pátria. Reparem como a imprensa mundialista nem sequer hesitou em chamar "neonazi" a Hofer, mas trata Barack Obama com todo o respeitinho. Quem é Barack Obama? Pois trata-se "apenas" do senhor que possui um Prémio Nobel da Paz e que a mando da superclasse mundialista, já destruiu dois países (Líbia e Síria) e é responsável directo pela morte de mais de 200 000 pessoas com todas as guerras que tem arranjado no Médio Oriente e mesmo assim, este psicopata, este assassino de mulheres e crianças, continua a ser recebido de braços abertos na UE e a receber os maiores louvores da parte da imprensa internacional e das elites ao serviço do projecto globalista totalitário.
Isto é Totalistarismo 2.0. A capacidade que a superclasse mundialista tem para controlar a imprensa e os acontecimentos, sem que muitos cidadãos se apercebem de nada do que realmente se está a passar, é verdadeiramente assustadora. Estamos claramente perante uma forma aperfeiçoada de Totalitarismo. Desta vez os novos totalitaristas já não andam de bota cardada e fazem discursos megalómanos aos berros como faziam os parolos fascistas e nazis das décadas de 1920 e 1930. Os novos totalitaristas evoluíram na metodologia, são mais discretos e funcionam com base na manipulação discreta da imprensa, dos mercados (uma autêntica arma de guerra), dos tribunais e agora também das eleições como acabou de acontecer na Áustria. Nunca como hoje estivemos tão perigosamente próximos do Mundo profetizado por George Orwell em 1984.

2 comentários:

João José Horta Nobre disse...

Obrigado pela divulgação.

;)

A-24 disse...

Não tem de quê!