sexta-feira, 27 de maio de 2016

Ser “islamófobo” é uma virtude

 Via Algol Mínima
O jornal Púbico diz que o novo presidente da Áustria é de “extrema-direita” porque é “islamófobo”. Ou seja, parece que ser progressista e de Esquerda é ser islamófilo. Esta coisa das “fobias” (homofobia, islamofobia, etc.) tem a vantagem de criar as “filias” por contraposição.

Se ser islamófobo é defender os direitos naturais das mulheres enquanto seres humanos;
se ser islamófobo é defender os direitos naturais dos homossexuais enquanto seres humanos;
se ser islamófobo é defender a liberdade de expressão;
se ser islamófobo é defender o direito à existência das culturas antropológicas dos diferentes povos, e o legado histórico nacional,
então, ser islamófobo é uma virtude. Todos deveríamos ser islamófobos sem que o politicamente correcto e o jornal Púbico nos apodasse de “extrema-direita”.

1 comentário:

Bilder disse...

Entretanto por cá a "febre" promotora da vinda de mais muçulmanos continua http://rr.sapo.pt/noticia/55205/inatel_lanca_projecto_para_dar_formacao_e_emprego_a_refugiados?utm_source=rss