quinta-feira, 26 de maio de 2016

Trump já tem delegados suficientes para ser nomeado candidato à Casa Branca

A24: Pessoalmente não gosto de Trump. Acho-o rude, grosseiro e deve pouco à inteligência, apesar de ser um bem sucedido homem de negócios. É a imagem fiel de muitos americanos e eu trabalho com eles há quase 10 anos, portanto sei do falo, só que no entanto, votar nele é importante, sobretudo por forma a dar cabo do establishment e respectiva ideologia para que não volte a ganhar. Uma vitória de Clinton seria mais uma vitória do mundialismo, do globalismo, do esquerdismo e do marxismo-cultural. E em princípio será isso irá acontecer pois a demografia americana não ajuda nada os republicanos. Décadas de invasão de latinos e muçulmanos, fizeram dos EUA mais uma latrina onde imperam as minorias, essas e as ideologias "progressistas" que são ensinadas nas escolas e promovidas pela comunicação social
É lamentável votar em alguém só para outro alguém não vencer, mas cada vez mais a política é vista dessa forma e é por causa disso que eu quero que Trump vença. 

Via  Público

Donald Trump atingiu esta quinta-feira o número suficiente de delegados para ser o candidato oficial do Partido Republicano nas eleições para a presidência dos Estados Unidos, marcadas para 8 de Novembro. Apesar de faltarem ainda cinco votações nas primárias, o magnata passou a contar com o apoio de pelo menos 88 delegados "livres" e chegou aos 1238 – um a mais do que os 1237 necessários.

A nomeação de Trump era um dado adquirido, já que passou a ser o único candidato nas primárias do Partido Republicano desde o início de Maio, com o fim das campanhas do senador Ted Cruz e do governador John Kasich.
Apesar disso, um candidato só passa a ser reconhecido como o representante oficial do Partido Republicano ou do Partido Democrata durante a fase das eleições primárias depois de cumprir dois requisitos – primeiro tem de conquistar um número pré-estabelecido de delegados (1237 no Partido Republicano e 2383 no Partido Democrata) e depois é nomeado sem contestação na convenção nacional do seu partido.
Ainda que seja necessário esperar pela convenção do Partido Republicano, entre 18 e 21 de Julho, para que a nomeação de Donald Trump se torne oficial, o candidato ultrapassou esta quinta-feira a fasquia exigida, pelo que a partir de agora pode dizer-se que essa convenção será apenas o cumprimento de uma formalidade.
Desde o início das primárias, no dia 1 de Fevereiro, Trump conquistou 1150 delegados que estão amarrados à disciplina de voto – são obrigados, de acordo com os regulamentos, a votar no magnata na convenção nacional. Mas, para além disso, a agência Associated Press avançou esta quinta-feira que Trump já garantiu também o apoio de pelo menos 88 delegados que são livres de votar em quem quiserem na convenção, o que perfaz um total de 1238 delegados.
As estimativas da Associated Press (feitas a partir de consultas a esses delegados) servem também de referência para a corrida no Partido Democrata, que tem mais de 700 delegados "livres" – e que no Partido Democrata são conhecidos como "superdelegados".
Neste caso, Hillary Clinton tem 1768 delegados conquistados desde o início das primárias e Bernie Sanders tem 1497. Se a estes números forem somados os "superdelegados" que já tornaram público o seu sentido de voto na convenção, a vantagem de Clinton sobe – fica com 2305 contra os 1539 de Sanders. Para garantir a nomeação, a antiga secretária de Estado precisa de conquistar pelo menos 2383.
O senador do Vermont já não pode alcançar esse número, mas a sua estratégia é chegar à convenção nacional do Partido Democrata e convencer muitos "superdelegados" a mudarem o seu sentido de voto – algo pouco provável porque os "superdelegados" são homens e mulheres com cargos relevantes no Partido Democrata, entre governadores, congressistas e líderes do partido em vários estados, e por isso alinhados com a ala mais tradicional do partido.

Sem comentários: