quinta-feira, 9 de junho de 2016

Análise do mundo pelo Sr. Hamsum

Via O Século das Nuvens
Suedistão: Gravíssimo. Pela primeira vez desde que existem registos fiáveis (1749), a Suécia conta com mais homens do que mulheres. Assim se desmonta, se preciso fosse, a mentira de que os refugiadistas são sobretudo mulheres e crianças. Só no ano passado entraram mais de 160.000 invasores no país. Saíram 52.000 suecos. O resultado está á vista e pode repetir-se em mais países europeus.

Suedistão II: A Europa não se pode tornar um continente islâmico. Quem o diz é o Dalai Lama. Será racismo? os patetinhas de Jewlywood dirão o quê acerca disto?

A Hipocrisia das elites: O primeiro-ministro da Finlândia veio, há meses, dizer que ia acolher "migrantes" coitadinhos na sua segunda casa. Até hoje continuam à espera.
O palhaço Clooney e outros artistas de Jewlywood vieram apelar uma série de vezes à abertura de fronteiras. Quantos receberam nas suas casas? pois.
O sr. Zuckerberg defende animosamente os "migrantes" coitadinhos e luta por um mundo sem fronteiras e sem racismo. Mas, "imagine", vai construir um bunker de alta segurança. Porque bom, bom é mesmo "imagine". Quando "all the people" vem saquear o que é nosso, o humanitarismo passa ao lado.

A duplicidade dos vermelhos: Retirei esta imagem de um blogue vermelho, o Aventar. Mostra bem a duplicidade e a hipocrisia dos vermelhos. Ainda há pouco ficaram muito chocados com o cartaz da JSD a propósito do sr. Nogueira e do Zé Estaline, mas não se coíbem de mofar da religião católica. Naturalmente, nem é preciso falar da valentia desta gente que nunca faria algo de semelhante com uma certa religião pacífica que aí anda.

A mesma imagem mostra, ainda, o espírito burguês desta gente. É sabido que o facínora Marx, o grande defensor dos oprimidos, nunca na vida pôs as patas numa fábrica que fosse. Quanto ao amigo, para ir sustentando o parasita não se importava que o pai chulasse o operariado. Aqui, temos o bom espírito burguês a funcionar. Os pastorinhos, como outros, faziam uma coisa que Marx e muitos apaniguados desconhecem e se chama trabalhar. Em 1917 eram muitos os que não iam à escola porque tinham de guardar gado ou lavrar a terra, algo que a burguesia extremo-esquerdista não sabe o que é. Lá está a duplicidade: se aparecesse aí um cartoon com miúdos do Paquistão ou de outro país qualquer do terceiro mundo em que se retratasse uma situação análoga teríamos direito à costumeira indignação. Quando se goza com três crianças desfavorecidas (como agora se diz), algures em 1917, é uma barrigada de riso. Ainda por cima porque, ao mesmo tempo, vai-se fazendo uma ofensa gratuita à Igreja.
É assim, mais uma vez, que se vê a ética desta gente.


O contribuinte paga: Vive na Dinamarca a expensas do Estado. Diz que não pode trabalhar. Ele, a mulher e oito filhos. Agora foi autorizado a trazer mais duas mulheres e doze filhos. Vinte e quatro islâmicos, no total, a mamar na teta do Estado. Não há perigo, o trabalhador dinamarquês paga. É assim por todo o Ocidente.

Restringir o direito de voto: Mas, depois, os malvados são os nacionalistas e os nazistas e os fascistas e tal. Ao menos, desse lado, sabemos com o que contar.

Assustados com os resultados em últimas eleições, pela Europa, e pela ascensão de Donald Trump os mundialistas já sugerem a possibilidade de se restringir o direito ao voto. Para que só possam exercer esse direito os sábios do politicamente correcto. Sinceramente, não é nada que me repugne. Há muito que me parece um disparate a ideia de "um homem um voto". Simplesmente, o que cabe aqui denunciar é a hipocrisia destes canalhas. Sempre com a boca cheia de democracia e direitos humanos, mas apenas quando servem os interesses que defendem. Que devem ser os melhores a governar, nada a obstar. O problema é que, neste momento, as ditas elites não são, nem de perto nem de longe, as melhores. Só se o forem a praticar a iniquidade, a traição e promoção de contravalores.

3 comentários:

Bilder disse...

A Europa não se pode tornar um continente islâmico. Quem o diz é o Dalai Lama. Será racismo? os patetinhas de Jewlywood dirão o quê acerca disto?"----------------------Não é preciso ir tão longe,os patetinhas europeus dirão que se trata de "racismo".

Bilder disse...

A propósito de Zuckerberg(e afins como o twiter e google)há algo de importante que não está a ser conhecido(enquanto somos distraídos com mil banalidades e arraiais) e que o Quintela traz à equação http://www.cmjornal.xl.pt/opiniao/colunistas/jose_diogo_quintela/detalhe/addio_adieu_liberdade_goodbye.html em mais um dos seus artigos.

Bilder disse...
Este comentário foi removido pelo autor.