segunda-feira, 13 de junho de 2016

Votos judeus ajudam a fortalecer extrema-direita na Europa, avisa rabino

A24: Gladius, sobre esta questão. Muito pertinente
RR
A subida de popularidade de partidos de Extrema-Direita em vários países da Europa poderá estar a contar com os votos de judeus em vários países, admite um rabino.

Comentando a recente prestação de Norbert Hofer, o candidato de Extrema-Direita nas eleições presidenciais da Áustria que perdeu por um número marginal de votos, o rabino Pinchas Goldschmidt, presidente da Conferência Europeia de Rabinos, disse saber que muitos judeus naquele país tinham votado em Hofer. Em causa, afirma, está a preocupação com as comunidades islâmicas.
“Tanto quanto me é dado entender, é provável que um número não insignificante de judeus votou em Hofer para a presidência”, explicou Goldschmidt, numa entrevista à Reuters.
Ironizando, o rabino explica que “quando Deus distribuiu a inteligência, nem toda a gente se colocou na fila. Por isso, quando aparecem estes partidos com uma mensagem populista e dizem ‘vamos salvar-vos dos muçulmanos’, a propaganda resulta”.
O rabino, que é também o responsável da comunidade judaica de Moscovo, disse ter indicações de que se estará a passar o mesmo em França, com muitos judeus a serem seduzidos pelo discurso anti-islâmico da Frente Nacional.
Na entrevista à Reuters Goldschmidt critica também a tentativa feita pela Extrema-Direita para confundir os jihadistas com os muçulmanos moderados. “O muçulmano moderado é nosso aliado natural. Eles são tão vítimas do Islão radical como nós judeus. O populismo e generalização é que são perigosos e destrutivos.”
O rabino avisa que os partidos moderados estão a perder terreno devido ao discurso populista dos partidos extremistas e que se não abordarem as questões que realmente interessam aos eleitores a situação pode mesmo piorar.
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Gladius: "Um típico representante da elite político-cultural reinante, este rabino - tal como os chefes da politicagem ocidental, está preocupado por constatar que cada vez mais gente no seu Povo não engole a propaganda multiculturalista baratucha que continua a marrar na treta da alegada grande diferença entre muçulmanos radicais e muçulmanos ditos moderados. De uma maneira ou doutra, o homem branco comum, seja europeu ou judeu, apercebe-se que a fronteira entre radicais e ditos moderados está cada vez mais esbatida; no Reino Unido, por exemplo, foi divulgado um estudo a mostrar que tanto os radicais como os «moderados» querem o mesmo, que é impor o Islão na sociedade, diferindo apenas nos métodos utilizados.
É pois bom sinal que haja cada vez mais judeus a perceber que, como grupo étnico caucasóide não muçulmano e muito minoritário no mundo oriental, são aliados naturais do Nacionalismo europeu. Sem uma Europa branca, Israel não sobrevive - e nem os Judeus, como grupo minoritário, sobrevivem num Ocidente que venha a ser dominado por imigrantes do terceiro-mundo, nomeadamente muçulmanos. Nacionalistas europeus e sionistas (ou seja, os nacionalistas judeus) estão, aqui, todos do mesmo lado."

3 comentários:

Ricardo Amaral disse...

Eles,os políticos do sistema, não querem abordar os problemas(que interessam a quem os elege)porque estão a trabalhar para os "senhores do caos" que querem um mundo sem fronteiras para melhor o controlarem.

Bilder disse...

Por falar em senhores do caos http://thelastgreatstand.com/2014/05/28/how-bilderberg-made-the-worlds-favorite-meat-puppet-obama/

A-24 disse...

Ricardo - Talvez seja mesmo isso. É por isso que a União Europeia, como está concebida neste momento, tem de ser substituida pou destruida. Vamos ver se os ingleses são os primeiros a sair.

Bilder - E a próxima reunião do Bilderberg está para breve. Será que todos estes problemas que a Europa enfrenta (terrorismo, imigração terceiro-mundista) são ditames do Bilderberg?