terça-feira, 5 de julho de 2016

A Linguagem de Código dos Media

Via História Maximus 
Populista = Qualquer político que defenda a sua Pátria e que seja contra a União Europeia.


Extrema-Direita ou Neonazi = Qualquer político que deseje restringir a imigração e controlar as fronteiras do seu País.


Moderados = Todos os políticos alinhados com o "sistema".

Fundamentalistas = Todos os cristãos.

Activistas sociais = Radicais, vândalos e terroristas de Extrema-Esquerda ou Anarquistas.

Grupo de jovens = Gangue de pretos.

Indivíduos = Criminosos ou suspeitos de crime que sejam ciganos, brasileiros ou imigrantes de Leste.

Xenófobo = Qualquer pessoa que seja a favor da restrição da imigração.

Racista = Qualquer pessoa que faça uma crítica negativa sobre a cultura ou religião de uma minoria protegida.

Homofóbico = Qualquer pessoa que seja contra o casamento gay ou a adopção de crianças por pares de invertidos ou invertidas.

Essencialmente, o palavreado politicamente correcto exposto acima é o código de linguagem que a maioria dos jornais usam no seu dia a dia, de forma a distorcer a informação e induzir os seus leitores em erro. Eu pessoalmente, já deixei de comprar qualquer espécie de jornal ou revista que esteja alinhado com o sistema há muito, muito tempo. Faz anos... O motivo para isto é que eu simplesmente recuso-me a pagar para ler mentiras. Esta gente, ou melhor, estes mentirosos profissionais que empestam as redacções dos jornais e que são pagos para mentir de manhã à noite, da minha parte nem um cêntimo que levam!

Não sou a favor da censura e nem é necessário qualquer espécie de censura para se resolver este grave problema. Tal como a publicidade enganosa é crime, também o jornalismo que distorce propositadamente factos e divulga mentiras com o intuito de manipular as opiniões do público, deveria de ser igualmente criminalizado e os jornais ou televisões que o praticam deveriam de ser multados de forma muito severa. Basta fazer os grandes grupos económicos que controlam os media entenderem que ou eles começam a falar a verdade, ou vão ser obrigados a pagar "os olhos da cara" por cada mentira que os jornaleiros ao seu serviço se atrevam a publicar. A criminalização das notícias enganosas é o que basta para se resolver o problema.

João José Horta Nobre

1 comentário:

João José Horta Nobre disse...

Obrigado pela divulgação.

;)