domingo, 31 de julho de 2016

Não foram os judeus que mataram Cristo

 Via História Maximus


"A Crucificação" (1622) por Simon Vouet, Igreja de Jesus, Génova.




"Toda a doutrina do politeísmo pagão era orientada no sentido de formar patriotas e cidadãos valorosos e aguerridos; pelo contrário, a doutrina cristã tinha uma orientação completamente oposta e só tendia a formar resignados pacifistas e anti-militaristas. Nisso seguiam aliás rigorosamente a doutrina do mestre: «se te derem uma bofetada na face direita, volta também a esquerda; se te roubarem a túnica, entrega também a camisa; embainha a espada porque quem com ferro mata com ferro morre." - J. Andrade Saraiva in Perigos Que Ameaçam a Europa e a Raça Branca, 1929

Nunca gostei, nem gosto do aspecto ultra-católico do Estado Novo, pelo simples motivo de que eu nunca foi propriamente um apreciador de crendices semitas e a Igreja Católica como instituição de origem semita que é, fundada por um semita e seguidora de princípios de vida semitas, não é uma religião verdadeiramente compatível com qualquer Nacionalismo europeu. Pode-se adaptar o Cristianismo de forma a que este seja "nacionalista", mas lá no fundo, o Cristianismo continuará a ser aquilo que sempre foi e será: uma religião de judeus, fundada por um judeu e totalmente dominada por mitologia judaica.

A própria concepção de Deus que existe no Cristianismo, é judaica. A verdadeira tradição religiosa europeia sempre foi politeísta e não monoteísta como nos querem fazer crer os semitas e filo-semitas. O Deus dos cristãos, é o mesmo Deus original dos judeus e digo "original", porque existem por aí alguns semitas que ainda veneram Moloch...

Basta abrir a Bíblia e ler. Aquilo é basicamente uma coletânea de textos judaicos. Moisés era judeu. Maria era uma judia, o que faz de Jesus um judeu. José também era um judeu. Não há forma de se escapar a isto, a Bíblia é por inteiro uma obra de judeus e não existe na mesma um vislumbre sequer da antiga tradição religiosa europeia. Suspeito seriamente que foi por este motivo que a Igreja não quis durante tanto tempo que a Bíblia fosse traduzida para as línguas vulgares, uma medida que visava claramente impedir os goyim de perceberem a charada neo-judaica que é a Igreja e os seus derivados protestantes. Sim, porque o Cristianismo é na prática um neo-judaísmo e sobre isso falarei posteriormente em textos futuros.

Não foi com certeza ao acaso que os romanos viram um inimigo em Jesus e o crucificaram. Imaginem os leitores o que me teria acontecido a mim, se eu em plena Idade Média, começasse a vaguear pelo Reino de Portugal, alegando ser o "filho de Deus" e tentando convencer as pessoas de que eu é que era o verdadeiro Rei de Portugal! O que acham que me teria acontecido? Seria o cadafalso no mínimo e até aposto que a Igreja Católica acabaria por ter uma mãozinha na minha morte...

Não foram os judeus que mataram Cristo. Foram os romanos que o mataram e mataram-no porque ele andava a insultar publicamente o Imperador de Roma (que também era o nosso Imperador à época...), andava a ofender a religião oficial do Império Romano, (que era também a nossa religião...) e andava a ter um comportamento subversivo, colocando em causa o domínio romano na Galileia e na Judeia. Aliás, isto parece ser uma característica de muitos judeus. Andam constantemente implicados em movimentos subversivos e a pregar ideias revolucionárias, desafiando a ordem instituída. Jesus foi apenas mais um, numa longa linha de judeus revolucionários, cada um pregando a "verdade" à sua maneira e tentando subverter os goyim.

O que Jesus fez, dava direito à pena de morte e quem duvidar disto só tem de consultar oDireito Romano em vigor na época. Houve sem dúvida judeus que também o quiserem ver morto, pois Jesus andava a afrontar a tradição judaica e a Lei Judaica é igualmente severa neste aspecto, prescrevendo a pena de morte para quem a afrontar abertamente. Mas a morte de Jesus não pode, nem deve ser imputada aos judeus, porque era antes de mais a lei de Roma que vigorava nas províncias romanas da Galileia e da Judeia e não a lei dos judeus.


João José Horta Nobre
5 de Julho de 2016