sábado, 16 de julho de 2016

O FUTEBOL VOLTA A SER CRISTÃO




(Pedimos desculpa, mas hoje as imagens do nosso blog estão todas à esquerda. É capaz de ser uma sabotagem extrema-esquerdista...).




Em 6 de Junho, o jovem brasileiro Neymar, que ganhou a Liga dos Campeões com o Barcelona, ​​usou uma faixa na cabeça com a inscrição"100% Jesus", para celebrar a vitória. A inscrição foi depois censurada pela FIFA, no vídeo para a cerimónia da Bola de Ouro.



"O FUTEBOL VOLTA A SER CRISTÃO"


Não é raro ver jogadores franceses de origem Africana ou Caribenha falarem sobre a sua fé. É habitual, por exemplo, encontrar o atacante da Guiana Jean-Claude Darcheville na missa dominical.

É ainda mais impressionante ver jogadores franceses brancos afirmarem a sua identidade cristã. Estes jovens jogadores estão sociologicamente distantes da imagem do católico: eles não vêm de um meio 'selecto' ou do ensino superior, e têm os gostos musicais do seu tempo (rap para os mais jovens). Na França secular, a Igreja é uma pequena tendência. O que torna as suas profissões de fé inesperadas.

Debuchy: "Eu sou católico e praticante, mesmo não indo à igreja regularmente.Mas oro todas as noites pelos meus. Acredito profundamente em Deus e no que ele pode trazer para a minha família. Isto é o que eu peço nas minhas orações".



Mathieu Debuchy

Cabaye: "A minha fé é uma parte muito grande da minha vida. Tenho a sorte de viver uma vida bela, desportiva, humana e de família também. Eu tenho tudo o que quero, mas sei que, durante a noite, tudo pode parar. Agradeço a Deus pela vida que Ele me deu e peço-Lhe para continuar fiel e ser poupado da Mal.Sempre fui mais ou menos crente, mas cresço cada vez mais com a minha fé.Hoje eu não posso viver sem ela".
"A minha avó era crente. Em casa, sempre vi cruzes, imagens de Maria, Bíblias, mas ela nunca nos obrigou a professar a sua fé". Cabaye, que lê a Bíblia durante as viagens da equipa nacional de França, acrescentou: "Eu oro sozinho de manhã, à tarde, e à noite. E também leio livros para desenvolver a minha fé".



Yohan Cabaye

Giroud: "Sou muito crente. A minha mãe apresentou-me à religião e escolhi ser baptizado católico. Aos 21 anos, fiz uma tatuagem no braço direito com um Salmo tirado da Bíblia latina, que significa: "'O Eterno é o meu pastor, nada me faltará'". (...)



Olivier Giroud


Thauvin: "Sou baptizado, mas não éramos católicos praticantes, especialmente na minha família. Aos 13 anos, antes de um jogo, senti dores. Orei, e no dia seguinte já não sentia nada, e pude jogar normalmente. Desde esse momento, oro. Tento ir mais vezes à igreja, pelo menos nas principais datas. A religião é assunto pessoal, não costumo falar com os meus colegas de equipa sobre o tema".



Florian Thauvin

Griezmann, falando das suas tatuagens cristãs: "Eu uso-as, porque na minha família somos todos muito religiosos. Eu sou religioso".


Antoine Griezmann

Cabella, crente não praticante, falando do embarque do Menino Jesus de Montpellier: "Eu não esqueço de onde venho".


Remy Cabella
Yohan Cabaye deu testemunho de sua fé na Notre Dame de Treille (que frequentou regularmente durante sua carreira de 10 anos no Lille) em plena Quaresma, um período que ele dedica "a viver um pouco Paixão do Senhor, estar tão perto quanto possível".
Estas declarações mostram níveis muito diferentes de prática, mas um desejo comum de se chamar cristão. Estes jogadores estão longe de ser todos exemplares, mas entre eles, os mais praticantes são também aqueles com o melhor comportamento.



(CONTINUA)




NOTA NOSSA: Depois de termos tido seleccionadores nacionais menos exigentes consigo e com os jogadores, em termos morais (e consequentes escândalos dentro e fora dos relvados), a religiosidade de Fernando Santos parece ter contagiado a selecção nacional lusitana, que tem tido uma conduta exemplar. E acaba de se sagrar Campeã da Europa...

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