quarta-feira, 6 de julho de 2016

tempos interessantes, estes...

Via O Século das Nuvens 
... em que os europeus parecem, finalmente, começar a despertar do feitiço. Na Grã-Bretanha, decide-se a saída da união maçónica. Na Áustria, o candidato nacionalista só perdeu as eleições devido a fraude comprovada. Aquelas serão repetidas por decisão do tribunal constitucional. A situação vem mostrar, a quem tinha dúvidas, que os democratas não recuam perante nada quando se trata de impor a sua agenda e os seus interesses. Na Áustria, falsificam-se resultados eleitorais. Na Grã-Bretanha, assassinou-se uma deputada e, derrotados os defensores da união, inventou-se uma petição para repetir o referendo. Petição essa que, note-se, continha milhares de assinaturas repetidas, outras oriundas de todo o mundo, Coreia do Norte incluída.

Este comportamento não é novo. Basta recordar o que sucedeu com referendos anteriores na Holanda ou França, repetidos por imposição da seita maçónica. Os fantoches que dão a cara pela união fazem o que lhes mandam, naturalmente. O que é novo é a capacidade de fazer frente a estas imposições. Notável, o caso austríaco, com o tribunal constitucional a tomar uma posição de firmeza contra a fraude. A propósito disso note-se que é esta gente que envia regularmente observadores para comprovar a veracidade de eleições em países "suspeitos".
Claro que esta reacção implica perigos. A canalha não se vai render facilmente e defenderá a sua agenda até à última. Acossada, reagirá. No imediato, a resposta passará pelas chantagens óbvias assentes no factor económico. A médio e longo prazo implicará a vinda de mais invasores, aos quais se dará progressivamente o direito ao voto de modo a recompensarem os traidores que os metem no continente. Mas estes servirão também como tropa de choque, quando necessário, para afrontar os europeus que se opõem aos desígnios malignos.
A resposta passará, ainda, pelo afrontamento da Rússia, que poderá passar por uma integração da Ucrânia na união maçónica e pelo estreitamento dos laços com o Kosovo, de forma a hostilizar a Sérvia - por enquanto contida com um governo pró-Bruxelas.
No limite, teremos o acentuar da agitação na Europa e a possibilidade de guerras localizadas (ou não), para que a união maçónica surja como referencial único de paz no continente.

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