sexta-feira, 2 de setembro de 2016

É Assim Que a Igreja Trata os Nacionalistas

Via História Maximus 
A capa de jornal acima já foi publicada em Fevereiro passado, mas não deixa de ser um bom exemplo do tratamento que a Igreja Católica dá aos políticos nacionalistas. O jornal em causa não está afiliado à Igreja, mas não tardou a aproveitar-se do "granel" que o Papa lhe ofereceu, quando proclamou aberta e reveladoramente que aqueles que pretendem defender a sua Pátria não podem ser cristãos.


Isto não é novidade nenhuma, pois quem for um verdadeiro conhecedor da neo-judaica doutrina cristã, sabe perfeitamente que a mesma é total e completamente incompatível com qualquer ideologia nacionalista e só uma imaginação fértil poderá pensar o contrário. Aliás, o Cristianismo esteve para o Mundo Antigo, assim como o Comunismo está para o Mundo Contemporâneo. O Cristianismo foi o Comunismo do Mundo Antigo. E sim, o facto de ambas as ideologias terem sido "cozinhadas" por judeus, NÃO é mera coincidência...

Sobre esta temática, talvez valha a pena reler as palavras de J. Andrade Saraiva, um muito convenientemente esquecido nacionalista português da década de 1920:

«A antiga religião dos Latinos, bem como dos Gregos, assentava no culto da Natureza, da Pátria e dos heróis; o novo culto triunfante, o Cristianismo, assentava em princípios completamente diferentes. Como religião sobrenatural, considerava este mundo ou a natureza como um efémero vale de lágrimas e até um inimigo da alma; como religião cosmopolita, desconhecia fronteiras, as pátrias e os seus heróis. Os heróis do Cristianismo, os santos, eram de índole completamente diversa dos heróis nacionais pagãos: estes impunham-se pelo seu patriotismo e pelo seu valor guerreiro, aqueles pelo seu desprendimento das coisas deste mundo, pela sua resignação e caridade.

Toda a doutrina do politeísmo pagão era orientada no sentido de formar patriotas e cidadãos valorosos e aguerridos; pelo contrário, a doutrina cristã tinha uma orientação completamente oposta e só tendia a formar resignados pacifistas e anti-militaristas. Nisso seguiam aliás rigorosamente a doutrina do mestre: "se te derem uma bofetada na face direita, volta também a esquerda; se te roubarem a túnica, entrega também a camisa; embainha a espada porque quem com ferro mata com ferro morre."»[1]
A guerra que algumas correntes nacionalistas travam contra a Igreja está longe de ser nova e em boa verdade, é uma guerra que dura desde 312, ano em que o traidor Constantino, por influência de alguns judeus muito bem infiltrados na sua corte imperial, se converteu aoneo-judaísmo cristão. Esta guerra religiosa que opõe pagãos a cristãos, apesar de dormente,nunca cessou verdadeiramente e explica em grande medida a forma fanática com que muitos "bons cristãos" durante a Revolução Francesa, se viraram contra a Igreja de um momento para o outro. A influência maçónica na revolução, só por si não explica, nem justifica este nível de violência contra a Igreja. Tal como também não explica a tremenda violência com que muitos "bons cristãos" russos durante a Revolução Bolchevique, atacaram a Igreja Ortodoxa.

Pessoalmente, eu acredito que estes episódios de revolta cíclica e extremamente violenta contra o Cristianismo na Europa, devem-se ao facto do mesmo ser um estrangeirismo importado do Médio Oriente e como tal, nunca se conseguiu, nem vai conseguir enraizar a 100% na população europeia (a "bruxaria pagã" que tanto enfurecia a Inquisição católica, é um excelente exemplo desta resistência das antigas religiões étnicas europeias). A relação entre os árabes e o lslão é neste aspecto muito mais pacífica, pois como povo semita que são, a ideologia neo-judaica do Islão assenta-lhes de forma muito mais natural. Já no caso da Indonésia, pode-se verificar muito mais resistência ao Islão, algo que é perfeitamente expectável, porque os habitantes pré-islâmicos dos territórios que compõem esse País asiático, tinham tanto a ver com o Médio Oriente e os seus costumes, como uma formiga tem a ver com um elefante.

A actual "crise do Cristianismo" na Europa deve-se simplesmente ao facto deste não se encontrar no seu meio natural, nem do ponto de vista geográfico, nem do espiritual. Basta ler-se o Antigo Testamento para se perceber isto. Por lá abundam as estórias exóticas enalguns casos mesmo pornográficas sobre reis judeus, rainhas e princesas orientais, profetas que são oriundos de sítios tão "europeus" como Jerusalém e a Galileia e um Deus claramente tresloucado que proclamou a tribo de Israel como sendo a dona do Mundo, mas que aparentemente, a crer nos cristãos, mudou repentinamente de ideias a partir de certa altura e decidiu que afinal de contas os homens são todos iguais e que em lugar da política do "olho por olho e dente por dente", deve-se é praticar o perdão universal. A minha conclusão sobre isto tudo só pode ser uma: o Deus dos cristãos é bipolar, pois se fosse uma pessoa, só assim se poderia diagnosticar tão radicais e contraditórias alterações do seu estado de espírito.

João José Horta Nobre
22 de Agosto de 2016

2 comentários:

João José Horta Nobre disse...

Obrigado pela divulgação.

;)

separatista-50-50 disse...

Todos diferentes, todos iguais... isto é: todas as Identidades Autóctones devem possuir o Direito de ter o SEU espaço no planeta.
.
Os Nazis-Económicos (nazis-à-USA) terraplanam Identidades atrás de Identidades Autóctones de forma insaciável...
-» Quando se fala no (legítimo) Direito à Sobrevivência de Identidades Autóctones {nota: Inclusive as de 'baixo rendimento demográfico'... Inclusive as economicamente pouco rentáveis...} nazis-económicos - desde há séculos com a bênção de responsáveis da Igreja Católica - proclamam logo: «a sobrevivência de Identidades Autóctones provoca danos à economia...»
[nota: os nazis-económicos (nazis-à-USA) provocaram holocaustos massivos em Identidades Autóctones]