segunda-feira, 5 de setembro de 2016

Os exemplos, sempre a virem de locais distantes. À atenção da Europa.



O presidente eleito das Filipinas ofereceu 100 mil euros por cada traficante de drogas que fosse morto em Cebú, uma das várias ilhas que constituem o arquipélago.
Rodrigo Duterte, que deverá assumir o cargo de presidente no dia 30 de junho, ofereceu essa recompensa por cada traficante morto. Caso o criminoso seja entregue às autoridades vivo, o valor baixa para 95.500 euros.
No mesmo comunicado, Duterte disse que tinha conhecimento de que muitos polícias, quando apreendiam drogas, não declaravam o volume total da carga apreendida. O presidente eleito filipino afirmou que essa prática tem de ser travada, segundo o El Español.



"O Presidente das Filipinas, Rodrigo Duterte, chamou “filho da mãe” a Barack Obama, enquanto exigia ao Presidente norte-americano que não lhe fizesse perguntas sobre as mortes extrajudiciais de traficantes de droga no país. “Sou o Presidente de um Estado soberano e já deixámos de ser uma colónia há muito tempo. Não tenho nenhum superior a não ser o povo filipino”, começou por dizer Duterte. Dirigindo-se a Obama, com quem se irá encontrar esta semana no Laos, disse: “Tem de ser respeitador. Não pode atirar perguntas ou, putang ina, vou chatear-me consigo nesse encontro”. Putang ina é uma expressão em Tagalog (dialeto falado nas Filipinas) para “filho da mãe”.
A declaração polémica veio na sequência de uma pergunta de um jornalista, que questionou o Presidente filipino sobre como iria justificar a recente onda de mortes no país, quando os dois líderes se encontrarem num fórum promovido pela Associação das Nações do Sudeste Asiático. Duterte atacou Obama ainda outra vez. “Quem é ele para me confrontar?”, disse o Presidente filipino, acrescentando que os Estados Unidos também têm um historial de mortes extrajudiciais." Observador


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