quarta-feira, 5 de outubro de 2016

Hungria dá uma lição

Via Lura do Grilo 
O referendo na Hungria foi esmagador! Cerca de 95% dos votantes rejeitaram receber pretensos refugiados. A última vez que receberam visitas indesejadas foram os tanques soviéticos e o seu primeiro ministro foi enforcado por ousar pensar um destino próprio para a Hungria. Agora não é a URSS, é a UE que lhe quer impor um destino. A Europa já não é a Europa das nações e as ameaças Shultz já não surtem efeito: a invasão é com leis, pressões e chantagens sobre as nações da outrora Europa das Nações.


Estão a tentar desvalorizar o referendo mas o caminho é este: perguntar aos Povos se estão dispostos a receber quantidades massivas de pseudo-refugiados sem o mínimo de escrutínio nas fronteiras. Não faz sentido fazer um referendo para legalizar o aborto (ou seja o nascimento de filhos dentro de uma pátria) e não o fazer para substituir a sua população por outra que lhe é estranha social e culturalmente (além de frequentemente agressiva).

Refugiados só os cristãos (todos pois são os mais perseguidos), mulheres (se não ofender as feministas), todos os velhos e crianças mas identificados.

Afonso de Portugal 
ui, que dorido está este Schulo! Mal se consegue mexer com as dores das hemorróidas! Repare-se na mediocridade da argumentação do presidente do PE:
1. Menciona o número de refugiados, sugerindo que é coisa pouca, como se o que estivesse em
causa fosse apenas isso e não o facto de UE se estar a sobrepor aos governos dos estados;
2. Fala em "jogo perigoso", que é daqueles chavões que não significam absolutamente nada,
mas que, neste caso, é usado para conferir um tom dramático ao seu choradinho hipócrita;
3. Diz que "legitimidade da legislação europeia" foi colocada em causa, como se as
leis feitas pela UE fossem os mandamentos sagrados do Antigo Testamento, invioláveis
e monolíticos, isentos de escrutínio por parte dos governos dos estados-membros e pelas
suas populações;
4. Remata com "a solidariedade de sentido único", como se o problema dos "refugiados"
não tivesse sido criado por um grupo reduzido governos europeus, APESAR dos
protestos de países como a Hungria.
Ou seja, Martin Schulz continua a ser o que sempre foi: um demagogo miserável ao serviço da superclasse mundialista, um verme antidemocrata que julga que pode impor a sua vontade a todos os povos da Europa.

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