segunda-feira, 28 de novembro de 2016

O Leopildo volta a atacar; a solução é um tirinho no animal

Orlando Braga

De vez em quando, o Leopildo ataca. Desta vez, acerca dos chamados “refugiados”.

“Enrico Letta diz na entrevista que publicamos nesta edição que a crise dos refugiados está para durar décadas, acha inadmissível a recusa de alguns países do Leste em aceitar estrangeiros, elogia Portugal pelo modo como tem sido solidário, tem enormes esperanças em António Guterres à frente da ONU para lidar com o drama e relembra que a grande maioria dos migrantes dos últimos tempos vêm do Afeganistão, do Iraque e da Síria, três países em guerra e com culpas atribuíveis ao Ocidente”.


Com esta gente, não servem argumentos racionais: a corja já só vai à bala!

1/ criam-se guerras locais ou civis (por exemplo, a “Primavera Árabe”, a mando da plutocracia internacional, George Soros e comandita) fora da Europa, para depois se justificar o acolhimento dos chamados “refugiados”.
Isto não é feito por acaso — e por isso é que o Leonardo, só à bala. Há uma intenção: a de acabar com as nações (sinificação), por um lado, e a de impôr a lei, a tradição e os costumes na base de Constituições forjadas discricionariamentepor gente como a George Soros, Bilderbergers e a Trilateral. Há gente que pensa que é Deus em nome do “humanismo”, e o Leopoldo é um deles. Só à bala.
2/ o segundo argumento dessa cambada de mentecaptos (da laia do Leopildo), que pensa que a flexibilidade humana é infinita, é o da “baixa taxa de natalidade dos países europeus”.
Primeiro, os filhos-de-putas legalizaram o aborto discricionário e a pedido da mulher e pago pelo Estado; criaram cargas fiscais pesadas para casais com filhos; aliviaram a carga fiscal para as mães solteiras, cujas crianças muitas vezes têm pai incógnito; destruíram a família natural na cultura antropológica indígena. E depois, quando a taxa de natalidade da mulher europeia baixa em consequência da política suicida desses filhos-de-putas, dizem que é preciso importar imigrantes muçulmanos.
3/ o que se está a passar na Europa, com a autêntica invasão muçulmana (institucionaliza-se a violência muçulmana), passa ao lado do Leopardo. Esta gente serve-se da comunicação social para mentir descaradamente aos povos da Europa, são os lacaios de uma elite plutocrata com uma agenda política anti-humana e desumana. Só à bala.

3 comentários:

Bilder disse...

https://www.youtube.com/watch?v=HXLFmUGVmd0 a URSS terá acabado em 1991 mas o comunismo mundial não acabou(como se pode constatar pelos últimos anos)apenas se transformou em algo ainda mais sinistro(e para piorar a coisa se confunde com o social-liberalismo e com o catolicismo bergogliano.

Bilder disse...

check this one http://www.thelibertybeacon.com/march-glexit-globalization-exit/ análise aos actos eleitorais que podem fazer voltar ao nacionalismo,contrariando a vertigem globalista das últimas décadas.No entanto tenho de dizer que sou pessimista,isto não ter solução no quadro eleitoral dito "democrático"(a coisa já avançou demasiado e a populaça em geral é ignorante e foi alvo de lavagens cerebrais tanto pela ideologia como pela religião).

A-24 disse...

Já tinha visto partes desse documentário. obrigado pela partilha.
Eu também tenho algumas dúvidas de que a globalização será derrotada, no entanto, com esta "primavera europeia", espero eu que ao menos venha a ser contida, ou que venha a ser diferente no futuro.