quarta-feira, 30 de novembro de 2016

Recordar Fidel

 Não apaguem a memória. Por Zita Seabra.



Fidel e Raúl criaram os tristemente famosos campos de reabilitação UMAP, de trabalhos forçados e tortura onde eram internados os chamados «aberrantes». Aqui, foram internados milhares de «marginais», entre os quais padres, como o arcebispo de Havana D. Jaime Ortega. Nestes tristemente famosos UMAP, foram internados todos os homossexuais denunciados para sua reeducação até acabar com «os maus vícios» que propagavam. Estes presos foram usados ao longo de décadas como mão de obra em trabalhos forçados, para construir cadeias, universidades e numerosas obras públicas. Em Cuba, como na Rússia estalinista, ou na China da Revolução Cultural.

Todos foram ao longo dos anos da longa ditadura comunista apanhados ou denunciados pela polícia política, conhecida em Havana pela Gestapo Vermelha, ou entregues pelos informadores que no ano 2000 eram cerca de 50.000 pessoas. Desde 1959 mais de 100 mil cubanos conheceram os campos, as prisões ou as frentes abertas. Entre 15000 e 17000 pessoas foram fuziladas («Livro Negro do Comunismo», coord. Stephan Courtois, Quetzal).

3 comentários:

Bilder disse...

Outro interessante website (encontrei faz cinco minutos) https://experimentoaschoccidental.wordpress.com/2016/04/11/marxismo-cultural-o-liberalismo-cultural/

Bilder disse...

Mais um refugiadista http://www.otempo.com.br/capa/mundo/refugiado-da-som%C3%A1lia-%C3%A9-suspeito-de-ataque-%C3%A0-universidade-de-ohio-1.1405075

Ricardo Amaral disse...

Por falar em marxismo cultural http://planetadosprimatas1.blogspot.pt/2016/12/a-utopia-igualitaria-30.html