terça-feira, 24 de janeiro de 2017

Do voluntariado para os refugiados

A-24: Suponhamos agora que estes "abusos" de voluntários "humanistas" a refugiados tivesse acontecido em relação a animais, a loucura e a histeria que não estaria a correr na imprensa a esta hora. Abusos são abusos, ou então chamem-lhes outra coisa.

Via Gladius




"Na «selva de Calais», em França, uma inglesa de quarenta e seis anos, Clare Moseley, costumava levar a cabo trabalho voluntário em prol dos alegados refugiados, tendo para isso fundado a organização Care4Calais («Cuidar de Calais»), cujo funcionamento consiste em tarefas de regularização documental dos imigrantes e sua posterior colocação em países da União Europeia, mantendo para isso contactos com representantes governamentais europeus.
Clare Moseley  e o "humanismo voluntarista" tão piedoso
No início de 2016 tentou dissuadir os voluntários de terem contactos sexuais com os refugiados, o que provocou revolta no campo. Veio-se a saber, ou pelo menos a disseminar, que afinal Clare M. teve um relacionamento sexual intenso com um imigrante tunisino, passando a viver com ele, abandonando para isso a família - filhos e marido - ocultando-lhe, à família, esta relação inter-étnica. Sucedeu entretanto que o norte-africano começou a chantageá-la, ameaçando mostrar ao marido da senhora fotos íntimas deste adultério. Clare M. não aceitou esta exigência e a coisa soube-se, não sem antes ter dado milhares de libras ao mouro para ver se este se calava, mouro este que anos antes tinha tentado convencer outra esquerdista britânica a casar-se com ele para que ele se pudesse tornar cidadão europeu, rompendo todavia relações com esta noiva quando esta se negou a pagar mil e quinhentas libras ao «conquistador» magrebino; no ano passado, o imigrante deu-se como refugiado sírio de modo a entrar no Reino Unido."

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