quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Será Que a Esquerda Tem Noção Daquilo em Que se Está a Meter?

Via História Maximus 

Eu não queria, mas parece que vou mesmo ter de começar o ano a dar paulada na esquerda, isto porque parece que alguns elementos da mesma, decidiram inaugurar 2017 colocando uma bomba numa livraria nacionalista em Itália, afiliada à CasaPound:



Agora, caros leitores, imaginem por um momento se este triste episódio fosse ao contrário? Imaginem o drama que fariam os media se uma livraria comunista fosse atacada à bomba por nacionalistas? Seriam reportagens e choradeira sem fim, mas como são "fascistas" a serem atacados, que se lixe, passa uma notícia e acabou o assunto.

Desta vez foi "apenas" um polícia que perdeu a mão e um olho na Itália, mas lá está, desde quando é que a esquerda terrorista pensa nas vítimas inocentes, ou nos danos colaterais que eventualmente podem resultar dos seus actos? Cá pelo nosso Portugal dos "brandos costumes", até um bebe de quatro meses estes psicopatas da esquerda já mataram à bomba nos tempos em que as FP-25 andavam a distribuir bombas e a assaltar bancos de Norte a Sul do País. Na altura e só para que tenham noção da frieza destes animais, a morte do bebe foi justificada pelos facínoras terroristas da esquerda como tendo sido simplesmente um"erro técnico".[1] Partindo desta lógica, pois a esquerda nunca reconhece que comete crimes, mas sim, "erros", também se pode presumir desde já que o pobre do polícia italiano que ontem perdeu a mão e o olho, foi mais uma vítima de um "erro técnico"...
A mim, porém, parece-me que esta gente da esquerda não tem a mínima noção daquilo em que se está a meter. Importam alógenos islamo-africanos em massa para dentro da Europa, na esperança de que esses mesmos alógenos votem na esquerda, mas simultaneamenteesquecem-se ou ignoram que as culturas de onde são oriundos estes tais alógenos, são autênticos poços de barbárie de onde irá a seu tempo emergir o anti-esquerdismo mais primário que se pode imaginar.
A esquerda está a rodear-se a si própria de inimigos e se a mesma julga que é a sempre eeternamente "pavorosa extrema-direita" que tem de ser combatida e derrotada, então a mesma que aguarde pelo dia em que os "irmãos" na fé em Alá tomarem o poder e logo sentirá na própria pele o que é e em que consiste o inferno na Terra...
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Notas:
[1] Segundo a esquerda, os cerca de 100 milhões de assassinados pelos regimes comunistas um pouco por todo o Mundo, também foram "erros". Não esquecer que esta esquerda que hoje fala de forma tão fria sobre os seus "erros" passados, é exactamente a mesma esquerda que anda hipocritamente a tentar dar-nos lições de moral sobre "direitos humanos".


João José Horta Nobre
2 de Janeiro de 2017

3 comentários:

Bilder disse...

A propósito do islamismo(e das religiões do livro)ontem ouvi o autor do livro "Islão e Violência" e fui pesquisar ,aqui está http://www.comunidadeculturaearte.com/violencia-e-islao-e-o-novo-livro-de-adonis-um-dos-maiores-poetas-e-pensadores-do-mundo-arabe/ o homem vive em França há vários anos mas quem deu atenção'?

Bilder disse...

Sinopse do livro acima citado
O extremismo islâmico, no seu discurso e na sua acção, ostenta a bandeira de um Islão em permanente agonia, que mantém os seus fiéis na escuridão e incute na sociedade árabe uma conduta de violência, analfabetismo, misoginia e ignorância. Um obscurantismo e uma barbárie que duram há quinze séculos e que hoje se fazem sentir um pouco por todo o mundo, de Palmyra a Paris, do fracasso da Primavera Árabe ao ressurgimento do Estado Islâmico, e dos quais o Ocidente não pode ser ilibado de culpas.
Perante o silêncio e a hipocrisia que se instalaram tanto no Médio Oriente quanto no Ocidente, levanta-se a voz de um dos maiores poetas e pensadores do mundo árabe, Adonis, que, num conjunto de entrevistas dedicadas à temática da violência como elemento constitutivo do Islão, reflecte sobre a necessidade urgente de uma releitura e debate livres no seio da sociedade árabe, um novo tempo que do passado apenas invoque a luta pelo direito à diversidade e que condene o confronto. Um tempo de reconciliação.

João José Horta Nobre disse...

Obrigado pela divulgação.

;)