sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

A agenda sombria por trás do globalismo - Parte 2



Por Brandon Smith (continuação da Parte 1)

Embora os globalistas usem e abusem da palavra "isolacionismo" como forma de envergonhar (aos olhos das massas) aqueles que defendem a soberania, não há nada de errado com a isolação quando os princípios da liberdade de expressão e do direito de auto-defesa estão em jogo.
Também não há nada de errado em isolar um modelo económico próspero dos modelos económicos mal sucedidos. Forçar um mercado económico descentralizado a adoptar uma administração feudal através da centralização da banca e da política, irá eventualmente destruir tal modelo económico.

Forçar uma economia de livre mercado à interdependência fiscal com economias socialistas irá quase de certeza fragilizar tal cultura. Semelhantemente, importar milhões de pessoas com valores distintos e determinados a alimentarem-se da nação, depois dela ter visto o socialismo a ser forçado para dentro dela, é receita para o colapso.
O ponto aqui é que, alguns valores morais e alinhamentos sociais são mutuamente exclusivos; por mais que se tente, algumas culturas nunca podem ser homogeneizadas com outras. Tudo o que se pode fazer é eliminar uma cultura para abrir espaço para um mundo sem fronteiras.

E é exactamente isto que os globalistas querem fazer, e esse é o propósito maior por trás das políticas de fronteiras abertas e do globalismo: aniquilar a competição ideológica de modo a que a humanidade pense que não tem outra opção a não ser a religião da elite.
O objectivo final dos globalistas não é controlar os governos (os governos mas não são que ferramentas), mas sim obter influência psicológica e, eventualmente, o consentimento das massas.

A variedade e a escolha têm que ser removidas do nosso ambiente, se é que o globalismo pretende funcionar. Isto nada mais significa que muitas pessoas terão que morrer emuitos princípios terão que ser apagados da consciência pública.
As elites asseguram-nos que o seu conceito duma cultura mundial única é o principio-pináculo da humanidade, e que já não há necessidade de fronteiras visto que nenhum outro princípio é superior a este. Enquanto as fronteiras como conceito continuarem a existir, existirá sempre a possibilidade de ideais distintos e separados surgirem para competirem com a filosofia globalista.
Para as elites, isto é inaceitável.
Isto levou à propaganda não-tão-subtil de que as culturas que valorizam a soberania acima do globalismo são de alguma forma caldeirões ferventes de mal potencial. Actualmente, devido à crescente onda de movimentos anti-globalistas, o argumento que se encontra nas publicações mainstream é o de que os "populistas" [ed: nacionalistas] são de classes mais baixas e com pouca formação, e são um elemento perigoso determinado a derrubar a "paz e a prosperidade" concedida pelas mãos globalistas. Dito de outra forma, somos tratados como crianças a riscar a pintura "Mona Lisa" com os nossos dedos.
Mais uma vez, Carroll Quigley promoveu (ou previu) esta propaganda com décadas de antecedência quando ele discutiu a necessidade de "trabalhar dentro do sistema", e não a lutar contra ele, de forma a operar mudança:

Por exemplo, falei da forma como a classe média baixa é a espinha dorsal do fascismo do futuro. Acho que isto pode acontecer. Os membros do Partido Nacional Socialista na Alemanha eram consistentemente da classe média baixa. Acho que os grupos de direita deste pais são, de forma geral, membros deste segmento.
- Carroll Quigley, from Dissent: Do We Need It?
O problema é que estas pessoas recusam-se a confrontar os frutos do globalismo que já podem ser observados. Há pelo menos um século, se não mais, que os globalistas têm tido liberdade de domínio sobre a maior parte dos governos do mundo. Como consequência da sua influência, tivemos duas grandes guerras, a Grande Depressão, a Grande Recessão que ainda está a decorrer, demasiados conflictos regionais e genocídios, e a repressão sistemática de empresários livres, de inventores, e de ideias, tanto assim que chegamos a um ponto onde estamos a sofrer de estagnação social e financeira.
Há já muito tempo que os globalistas têm estado no poder, então porque é que a existência de fronteiras é culpada pelas tempestade de crises que temos sofrido durante o último século? Porque é que os promotores da liberdade são qualificados de populistas "deploráveis" e fascistas, enquanto que os globalistas evitam assumir as suas responsabilidades, fugindo delas que nem enguias viscosas?
Este é o melhor argumento que os globalistas têm, e é o motivo pelo qual eu continuo a alegar que eles planeiam permitir que os movimentos conservadores ganhem algum tipo de poder politico no próximo ano, só para, posteriormente, puxarem o tapete por debaixo da vida fiscal internacional e culparem-nos pela tragédia resultante.
Não existe qualquer tipo de evidência de que o globalismo, a interdependência, e a centralização funcionem. Nós apenas temos que examinar o pesadelo económico e migratório actualmente presente na União Europeia para entender isto. Portanto, os globalistas irão alegar agora que o mundo não é SUFICIENTEMENTE centralizado. Leram bem; eles irão alegar que precisamos de mais globalização, e não menos, para resolver os problemas do mundo.
Enquanto isso, os princípios da soberania terão que ser historicamente demonizados - o conceito de culturas distintas fundamentadas em crenças distintas tem que ser psicologicamente equiparado com o mal por parte das futuras gerações. Se assim não for feito, os globalistas nunca serão bem sucedidos em estabelecer um sistema global sem fronteiras. 
Imaginem, por alguns momentos, uma era não muito distante onde o princípio da soberania é considerado tão abominável, tão racista, tão violento e tão venenoso que qualquer indivíduo que o defenda venha a ser punido pelo colectivo. Imaginem um mundo onde a soberania e o conservadorismo sejam vistos pela próxima geração como os novos "pecados originais", ideias perigosas que quase levaram o homem à extinção.
Esta é a prisão mental para onde os globalistas nos querem levar. Nós podemos ser livres, mas isto irá requerer uma reversão completa da forma como participamos na sociedade. Entretanto, precisamos duma rebelião de associações voluntárias; um "forcing" em favor da descentralização e não em favor da globalização. Milhares e milhares de grupos voluntários focados na localização, na auto-dependência, e da produtividade genuína.
Temos que agir e construir um sistema baseado na redundância e não na frágil interdependência. Temos que voltar para a era das muitas fronteiras, e não menos fronteiras, até que todo o indivíduo seja ele mesmo livre para participar em qualquer grupo social ou empreendimento que ele veja que é benéfico para ele, bem como livre para se defender de pessoas que o querem sabotar; uma sociedade tribal voluntária vazia de associações forçadas.
Claro que este esforço irá requerer um sacrifício inimaginável e uma luta que provavelmente irá durar uma geração. Sugerir o contrário seria uma mentira. Não posso convencer os outros de que um potencial futuro baseado num modelo hipotético vale a pena o sacrifício. Não sei se vale a pena ou não. Só posso salientar que o mundo actual dominado pelos globalistas está claramente condenado. Podemos falar do que vem a seguir depois de termos tirado as nossas cabeças da guilhotina.

3 comentários:

Bilder disse...

Outro post relacionado e a não perder http://averdadequeamidianaomostra.blogspot.pt/2013/10/nova-ordem-mundial-socialista-fabiana.html

CENSURADO AGAIN disse...

A UE É NATIVA DE SI MESMA MAS AS RAÇAS ALIENIGENAS INFILTRADAS NA ZONA WASP E CONE SUL NÃO PODEM ACHAR QUE ESTÃO NO HOMELAND E PROIBIR A ZONA VERDE DESTRUIDA POR ELES DE LIVRE CIRCULAÇÃO NA LONGITUDE POR QUE A ZONA VERDE NO MAINLAND DESCENDE MUITO MAIS DOS NATIVOS DA LONGITUDE QUE ELES MEROS INVASORES COMO SÃO INVASORES OS SANOIDES E CONGOS NA UE COERENCIA OU COERENCIA

A-24 disse...

Obrigado Bilder