quinta-feira, 2 de março de 2017

Censura no Facebook - Proibidas críticas ao Islão

Via Amigo de Israel 
"O criador do Facebook, Mark Zuckerberg, prometeu apoiar a liberdade de expressão; duas semanas depois, proibiu as críticas ao Islão. A seguir a cada ataque islamista, emite comunicados a expressar a sua preocupação com possíveis "represálias" sobre os muçulmanos.

Facebook adopta política formal de censurar a crítica do Islão

Há muitos anos que o Facebook censura as críticas ao Islão. No entanto, agora é uma política formal.
O Facebook tem um exército de censores que trabalham em países do terceiro mundo por 1 dólar e meio à hora. Quase metade dos censores do Facebooktrabalham num edifício de escritórios em Marrocos, que é um país muçulmano. Mesmo que não fosse essa a política formal do Facebook, o resultado final seria o mesmo: as críticas ao Islão seriam excluídas.

No entanto, o Facebook acaba de anunciar que está a introduzir uma política formal de apagar páginas que sejam críticas do Islão.

Imediatamente após o primeiro-ministro turco ter marchado pela "liberdade de expressão" em Paris, o governo turco bloqueou centenas de sites da Internet. A principal razão para bloquear os sites foi a publicação dos desenhos do Charlie Hebdo.
O governo turco deu ao Facebook um ultimato. Ou proibia a crítica ao Islão, ou seria banido na Turquia. O site fundado por Zuckerberg respondeu que iria instituir uma proibição mundial de críticas ao Islão no Facebook.
O anúncio veio duas semanas depois que o próprio Zuckerberg ter prometido publicamente o apoio à liberdade de expressão após os assassinatos do Charlie Hebdo.

Actualmente, a Turquia bloqueia o Twitter e o Youtube por permitirem críticas ao Islão.
O Facebook censurou os conservadores desde que o site foi fundado.Recentemente, o Facebook apagou o Mês Americano da História Branca, uma página com 300.000 seguidores (uma nova versão da página podia ser encontradaaqui, mas também foi censurada).


Mark Zuckerberg contradisse a sua declaração pública sobre liberdade de expressão, em 1/9/15:

"Há alguns anos, um extremista do Paquistão tentou que eu fosse condenado à morte, porque o Facebook recusou proibir um conteúdo sobreMaomé que o ofendeu.
Nós reagimos contra isso porque as vozes diferentes - mesmo que sejam às vezes ofensivas - podem tornar o mundo um lugar melhor e mais interessante.
O Facebook sempre foi um lugar onde as pessoas em todo o mundo compartilham as suas opiniões e ideias. Seguimos as leis em cada país, mas nunca deixamos que um país ou grupo de pessoas dite o que as pessoas podem compartilhar em todo o mundo.
Ao reflectir sobre o ataque de ontem e sobre a minha própria experiência com o extremismo, concluo que é isso que todos nós precisamos rejeitar -que um grupo de extremistas tente silenciar as vozes e opiniões de todos os outros ao redor do mundo.
Eu não vou deixar isso acontecer no Facebook. Estou empenhado em construir um serviço onde cada um possa falar livremente, sem medo de violência.
Os meus pensamentos estão com as vítimas, com suas famílias, com o povo da França e com as pessoas de todo o mundo que optam por compartilhar suas opiniões e ideias, mesmo quando isso requer coragem. # JeSuisCharlie"."

3 comentários:

Bilder disse...

Mas não se preocupem que a censura e os ataques à dita liberdade de expressão é coisa do passado.Ou será que não?

Bilder disse...

Não percam este https://www.henrymakow.com/2017/03/alan-kurdi-drowning-was-psy-op.html Makow é canadiano de origem judaica-hebraica.

A-24 disse...

Bilder - Como dizia Churchill, referindo-se à esquerda "The fascists of the future, will call themselves anti-fascists".