quinta-feira, 23 de março de 2017

Do país


João José Horta Nobre (excertos)
Outra verdade também é que cada vez mais Portugal é sinónimo de uma Albânia ou de uma Roménia. Graças ao golpe da CIA com patrocínio Rothschild que ocorreu numa certa madrugada em Abril de 1974, estamos política e ideologicamente ao nível da AméricaLatina, o governo está nas mãos de tarados neo-marxistas e o ensino superior,especialmente ao nível das ciências sociais que são as mais permeáveis a ideologias políticas, está pelas ruas da amargura, sendo que em lugar de produzir gente que saiba interpretar o Mundo e explicá-lo de forma honesta, produz cérebros formatadas de acordo com o mais demente lixo ideológico que alguma vez existiu. E o pior de tudo é que no caso muito específico de Portugal, ainda não se vislumbra sequer no longínquo horizontequalquer oposição credível a este estado de loucura decadente a que chegámos como povo e como Nação. Não tenho qualquer espécie de prazer em ser pessimista, mas a verdade é que a não ser que algo mude radicalmente em Portugal dentro dos próximos anos, o nosso futuro vai ser uma coisa bem ruim...

7 comentários:

Bilder disse...

Essa análise não é pessimista mas realista(infelizmente,em especial para a geração mais nova a qual vai receber as consequências mais graves senão houver inversão no rumo actual).

Bilder disse...

Os mestres por detrás dos fantoches: "Psychopaths are naturally attracted to positions of power, and they will overwhelm anyone with a conscience, who plays by the rules and has good intentions. So you will have people with very dark interior lives, who are controlling channels of communication, controlling finance, controlling industry. And, they will promote their psychopathic "family" values. Psychopathic "values" now permeate all facets of our culture."

Stefan Verstappen ---------www.pathocracy.net

Bilder disse...

Quatro tendências de nacionalismo segundo o autor deste artigo https://ionline.sapo.pt/554240?source=social eu gostava que comentassem se estão identificados com alguma das tendências reveladas no artigo(e já agora se estão de acordo que são essas as tendências existentes).

A-24 disse...

Obrigado caro Bilder, por ter trazido isto ao nosso conhecimento:

Na minha opinião, sem dúvida a tereira:

"A terceira tendência é a identitária. Em Portugal, surge no princípio do século XXI na esteira dos congéneres movimentos franceses e da teorização de Guillaume Faye. Essa não apresenta nenhum saudosismo para a expansão colonial que considera um parêntese definitivamente fechado. Reconhece como inevitáveis os vestígios do Império no corpo nacional, mas privilegia a identidade autóctone pré-imperial dentro da variedade etno-cultural europeia. Assim, preocupa-se principalmente com o impacto demográfico e cultural das migrações extraeuropeias na identidade do Continente. É particularmente difusa nas redes sociais, entre grupos autónomos e associações cívicas como a Portugueses Primeiro."

João José Horta Nobre disse...

Agradeço também ao Bilder a divulgação do texto e já, se ele se interessa pela temática, recomendo-lhe vivamente que leia a obra "Império, Nação, Revolução" de Riccardo Marchi.

Quanto à minha tendência nacionalista, identifico-me igualmente com a terceira, tal como o A-24. Também não tenho dúvidas sobre isto.

João José Horta Nobre disse...

Já agora agradeço ao A-24 por divulgar mais um escrito meu.

Cumpts,
JJHN

Bilder disse...

Certo,já tinha a ideia(afinal já ando por aqui,neste blog e no Maximus,faz algum tempo)que seria essa a vossa tendência.Não tenho andado enganado assim sendo(e fico satisfeito),e vou procurar pela obra do Marchi concerteza(por falar em livros não se esqueçam de ver meu blog Livros do Bilder onde tenho referências de livros(vários temas) que postei ao longo de alguns anos).