segunda-feira, 6 de março de 2017

Palavras duras de Dom Bosco sobre Maomé e o Islão


Via Afonso de Portugal, via Senza Pagare (recomendado pelo Dr. No, a quem agradeço!)

«Na sua conceituada obra ''História Eclesiástica", São João Bosco descreveu o Islão e o seu fundador, Maomé, nos seguintes modos:
Nasceu este famoso impostor em Meca, cidade da Arábia, de família pobre, de pai gentio e mãe judia. Em busca de fortuna, encontrou-se com uma viúva negociante em Damasco, que o nomeou seu procurador e mais tarde casou-se com ele.



Como era epilético soube aproveitar-se desta enfermidade para provar a religião que tinha inventado e afirmava que as suas quedas eram outros tantos êxtases, durante os quais falava com o arcanjo Gabriel. A religião que pregava era uma mistura de paganismo, judaísmo e cristianismo. Ainda que admita um só Deus, não reconhece a Jesus Cristo como filho de Deus, mas como seu profeta.

Como dissesse com jactância que era superior ao divino Salvador, instavam com ele para que fizesse milagres como Jesus fazia; porém ele respondia que não tinha sido suscitado por Deus para fazer milagres, mas para restabelecer a verdadeira religião mediante a força.

Ditou as suas crenças em árabe e com elas compilou um livro que chamou Alcorão, isto é, livro por excelência; narrou nele o seguinte milagre (ridículo em sumo grau): Disse que tendo caído um pedaço da lua na sua manga, ele soube fazê-la voltar ao seu lugar; por isso os maometanos tomaram por insígnia a meia lua.

Sendo conhecido por homem perturbador, os seus concidadãos trataram de dar-lhe morte; sabendo disto o astuto Maomé fugiu e retirou-se para Medina com muitos aventureiros que o ajudaram a apoderar-se da cidade. A fuga de Maomé deu-se o nome de Egira, isto é, perseguição; e desde então começou a era muçulmana, correspondente ao ano 622 de nossa era.

O Alcorão está cheio de contradições, repetições e absurdos. Não sabendo Maomé escrever, ajudaram-no na sua obra um judeu e um monge apóstata da Pérsia chamado Sérgio.

Como o maometismo favorecesse a libertinagem teve prontamente muitos sequazes; e como pouco depois se visse o seu autor à frente de um formidável exército de bandidos, pode com as suas palavras e ainda mais com suas armas introduzi-lo em quase todo o Oriente.

Maomé depois de ter reinado nove anos tiranicamente, morreu na cidade de Medina no ano 632.

São João Bosco in 'História Eclesiástica'»

7 comentários:

Bilder disse...

E por incrível que pareça é essa insanidade religiosa-ideológica que está a ser importada para a Europa e para o Ocidente em geral(e sempre com o "alto" patrocínio dos pulhiticos demo-liberais e socialistas,e com o apoio dos alucinados das "amplas liberdades progressistas" fomentadoras do caos).

Bilder disse...

check http://novadesordemmundial.blogspot.pt/2016/04/religiao-do-quepaz-catrapaz.html

Bilder disse...

E ainda mais http://visaopanoramica.net/2015/01/11/os-terroristas-islamicos-e-o-apoio-silencioso-da-esquerda/

A-24 disse...

De acordo. Obrigado pelos links.

Afonso de Portugal disse...

Obrigado pela partilha, caro A-24 :)!

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Se dúvidas houvessem que os que "berram" contra o fassismo,e clamam por "amplas liberdades" são na verdade social-fascistas(e alguns deles,não poucos,são mesmo adeptos do totalitarismo neomarxista). http://24.sapo.pt/atualidade/artigos/universidade-nova-cancela-conferencia-ato-de-censura-para-uns-repudio-a-evento-nacionalista-e-colonialista-dizem-outros

Bilder disse...

Outro interessante blog que encontrei em pesquisa http://dissidente-antiliberal.blogspot.pt/2016/09/esquerda-radical-marcha-pelo-globalismo.html