quarta-feira, 22 de março de 2017

"Prefeito pode ser multado por condenar número de crianças muçulmanas nas escolas francesas"


 Via Gladius




Ao que escrevi há dois anos neste tópico sobre o assunto (a notícia é de há dois anos e não do ano passado) http://gladio.blogspot.pt/2015/05/em-franca-presidente-de-camara-alvo-de.html, acrescento - a criminalização do que este político teve a coragem de dizer só se explica no contexto de uma escandalosamente primária demonização da discriminação. Discriminação não é, note-se, «fazer o mal» ou «pregar o ódio!» Discriminação é simplesmente tratar de modo diferente o que é diferente. Sucede que a ideologia da elite reinante, que é a Boa e Sã Doutrina da Santa Madre Igreja Anti-Racista e Multiculturalista dos Últimos Dias do Ocidente, considera a discriminação como o pecado capital - «Não discriminarás» é um dos mandamentos deste autêntico credo «religioso». A partir daqui cria-se uma espécie de chantagem moral que apela ao sentimento - que é, note-se, uma questão de sentimento acima de tudo - obscurecendo a razão de maneira a que dizer por exemplo «os negros não são da Europa» passe a ser considerado como praticamente equivalente a afirmar «matem os negros!»: tanto uma coisa como outra levam com o rótulo «incitação ao ódio» e já está. Rapidamente se insinua que ser contra a imigração ilegal é como matar crianças nas águas do Mediterrâneo, como se se dissesse que não deixar abertas as portas de casa signifique ser cúmplice dos óbitos dos sem-abrigo que não aguentem o frio... Chegou-se a um ponto tal de promoção do universalismo assumido como dado adquirido que agora dizer «este é diferente, não pertence ao nosso grupo» é atitude classificada como acto de ódio, 
como seestivesse moralmente garantido que não reconhecer a «igualdade universal» sem fronteiras e contra as fronteiras é em si mesmo um crime moral. Trata-se da instituição implicitamente obrigatória do princípio cristão de amar obrigatoriamente o alógeno como seu familiar, ou de nunca duvidar de que «nesta nova ordem de vida, não há mais diferença entre grego e judeu, circunciso e incircunciso, bárbaro e cita, escravo ou pessoa livre, mas, sim, Cristo é tudo e habita em todos vós.» (Colossenses 3:11) Quem diz «Cristo» diz o universalismo sem fronteiras, vai dar ao mesmo, um universalismo que se necessário deve ser promovido agressivamente contra as forças nacionais que queiram preservar-se: já o próprio Cristo dizia «Não penseis que vim trazer paz à terra; não vim trazer paz, mas espada. Poisvim causar divisão entre o filho e seu pai,entre a filha e sua mãe e entre a nora e sua sograassim os inimigos do homem serão os da sua própria casa. Quem ama seu pai ou sua mãe mais do que a mim, não é digno de mim; quem ama seu filho ou sua filha mais do que a mim, não é digno de mim; (...)» (Mateus 10:34-39), repare-se como todo o conflito que Cristo promove é dentro da família, entenda-se, dentro da estirpe, das pessoas do mesmo sangue. Assim fazem os modernos anti-racistas, cujo ódio é todo voltado contra as pessoas da sua própria raça que rejeitem a «boa nova» do mundo sem fronteiras.Contra esta doença, a mais grave que alguma vez se manifestou na história conhecida, só o Nacionalismo se ergue. O Nacionalismo tem contra si toda a elite reinante - políticos dos principais partidos, imprensa dominante, intelectuais «mainstream», Igreja - e do seu lado o sentir autenticamente popular, que é a pulsão tribal que manda pôr em primeiro lugar o princípio de «Nós em primeiro lugar». Efectivamente, o povo só superficial e formalmente foi cristianizado. Não passa pela mona da esmagadora maior parte das pessoas amar mais o Cristo do que um filho, um irmão ou um pai... ou dar a um alógeno o que não dá à sua própria gente. Aqui reside a maior força potencial do Nacionalismo, diamante em bruto que cabe aos militantes nacionalistas saber esculpir devidamente para com a força democrática salvaguardarem as suas Nações. A elite reinante no Ocidente sabe disto e este é o motivo pelo qual tenta silenciar os Menards - a elite não quer que o povo perceba o que lhe está a ser impingido através da iminvasão (imigração em massa a partir de fora mas também já a partir de dentro por meio da alta taxa de natalidade dos alógenos em solo europeu) até que seja tarde demais para o reverter. Em linguagem desportiva, pode dizer-se que a elite marcou golos e está a defender o resultado até acabar o jogo, tendo para isso controlado a arbitragem e feito toda a espécie de batota possível; aos Nacionalistas resta partir para o ataque à força toda para marcar os golos que forem precisos marcar antes que o tempo de jogo acabe; a táctica da elite assenta sobretudo em criar uma barreira no meio campo de modo a impedir que a bola passe de um lado para o outro, ou seja, que os Nacionalistas possam comunicar factos e ideias ao seu eleitorado potencial...


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