sexta-feira, 24 de março de 2017

Soros, arquitecto de todas as revoluções dos últimos 25 anos

Via Amigo de Israel 
Sempre que alguém fala de George Soros, é quase certo vai ser tratado como um"conspiracionista paranóico"; este argumento é o melhor que algumas almas nobres da consciência democrática arranjam para desacreditar qualquer um que tente explicar o papel das elites tecnocráticas na criação e manipulação de crises internacionais que agitam o mundo.
De todos os Mestres da Nova Ordem Mundial, no Médio Oriente, na Europa e mesmo na Ásia, que mexem as peças para desencadear revoluções, guerras, crises económicas e para gerar o caos necessário para os seus planos de domínio, George Soros é o mais conhecido, porque, ao contrário dos outros, ele cultiva o seu papel de forma arrogante e e vaidosa.
O financeiro húngaro Soros é um especulador que enriqueceu destruindo as economias do terceiro mundo; e nós, italianos, também sabemos alguma coisa sobre isso, porque em 1992 o vimos derreter as nossas reservas monetárias através de um ataque especulativo contra a lira e a libra esterlina, um ataque orquestrado que nos levou, com a Grã-Bretanha, para fora do Sistema Monetário Europeu. 
 

Soros é um teórico de uma sociedade global, onde todos seremos iguais, excepto algumas pessoas, como ele, que serão mais iguais do que as outras, e que, portanto, terão o direito de impor as suas regras a todos os outros.
Como qualquer multibilionário que se preze, Soros também tem o seu pequeno vício: não é coleccionar Ferraris e castelos da Europa, troféus de golfe ou actrizes de Hollywood (talvez também tenha desses vícios, não sabemos...). O que sabemos é que ele colecciona Fundações, Think-thanks e ONGs, através dos quais desestabiliza governos, manipula os media e viola a soberania dos Estados.
Para o conseguir, ele usa obviamente o seu dinheiro e o da Fundação Open Society, através da qual distribui biliões de dólares para financiar os partidos da oposição e movimentos "democráticas" no mundo ou para "contratar"activistas de direitos humanos, intelectuais, jornalistas, tecnocratas e para financiar líderes políticos, felizes por satisfazerem os planos do amigo oligarca(Hillary Clinton sabe alguma coisa sobre isso, pois Soros é um dos seus principais doadores: 8 milhões, apenas para 2015).
Em suma, o plano de Soros parece uma teia de aranha do tamanho do mundo, que, ano após ano, tem gerado as revoluções coloridas que têm desestabilizado a Europa pós-soviética (Sérvia, Geórgia, Ucrânia e Quirguistão ), a Primavera árabe, com guerras de bónus na Líbia e na Síria, que levaram ao ISIS e à crise de migrantes (desejada e encorajada pelo mesmo Soros). 
 
Para tornar o trabalho o mais profissional possível, Soros também facilitou o nascimento de uma multinacional para "revoluções ao domicílio" (obviamente não violenta); chama-se CANVAS (Centro para Aplicação de Acções e Estratégias Não Violentas). É uma estrutura que envia especialistas em revoluções para países apoiados por governos não apreciados pelos Estados Unidos (ou melhor, não apreciados por Soros, logo não apreciados pelos Estados Unidos. Esses especialistas são enviados para esses países para acender o pavio de eventos "democráticos", que quase sempre se transformam em banhos de sangue e guerras civis. Esta é uma organização recheada de dólares do governo dos EUA e de várias fundações, incluindo, é claro, aquelas em que que Soros é proeminente, como revelado peloWikileaks.
Isto foi revelado com a publicação de 25.000 documentos secretos da Open Society através do site DCLeaks, que lança luz sobre como funciona a estrutura tentacular de Soros, como ele manipula e se move dentro das crises internacionais, e como determina as escolhas dos governos e dos media.
Depreende-se da análise de documentos publicados, que Soros procura influenciar as políticas de imigração no mundo, manipulando a opinião pública e exercendo pressão sobre os governos ocidentais, de forma a que a "crise de refugiados" na Europa se tenha tornado um novo normal, e "veículo denovas oportunidades".
 
Temos demonstrado mais de uma vez que este êxodo de migrantes (fruto da guerra e do caos gerados pelo Ocidente) é um processo de desmantelamento do sistema social e da identidade da Europa; este não é um acidente da História, mas um plano específico de elites globalistas para construir um novo modelo de sociedade de domínio económico e financeiro. Agora temos mais uma prova.
Giampaolo Rossi via EUROPE ISRAEL e Dreuz

1 comentário:

Bilder disse...

Aposto que aqueles "meninos" dos black bocks(que ainda há dois dias vimos a espalharem a "não violência" a murro)também são muito bem financiados pelas vias mencionadas neste post.