domingo, 23 de abril de 2017

Ter a fama e o proveito — retirando o direito de voto à mulher

A-24: Começou tão bem, mas acabou tão mal. Se não foi ironia, concluo que até no melhor pano cai a nódoa.

Orlando Braga
O Huffington Post é um jornal cujo corpo editorial e direcção é exclusivamente composto por mulheres.| Um artigo recente, assinado por uma tal Shelley Garland que se diz “estudante de filosofia”, defende a ideia segundo a qual deveria ser negado o voto aos homens brancos. 

“Some of the biggest blows to the progressive cause in the past year have often been due to the votes of white men. If white men were not allowed to vote, it is unlikely that the United Kingdom would be leaving the European Union, it is unlikely that Donald Trump would now be the President of the United States, and it is unlikely that the Democratic Alliance would now be governing four of South Africa's biggest cities”. 
→ Could It Be Time To Deny White Men The Franchise?

Digamos que, pouco a pouco, as posições vão-se tornando claras; e na minha qualidade de homem branco, eu defendo que se deveria negar o voto às mulheres, em geral.
A aberração do Estado Providência surgiu com o voto feminino — porque a mulher vive mais tempo do que o homem, e não quer depender deste: a mulher prefere o amante chamado “Estado” ao homem-marido. A mulher começou a votar em princípios da década de 1920; e bastaram 10 anos apenas para que surgisse o Estado-providência, por exemplo, na Suécia da década de 1930.
 
Hoje, na Europa (países nórdicos) e nos Estados Unidos (mulheres negras), mais de 50% das crianças nascidas não têm pai reconhecido: essas crianças são “filhas do Estado”, no sentido em que são filhas-de-puta. O voto da mulher conduziu o Estado à bancarrota, por um lado, e por outro lado, instituiu a figura icónica do filho de pai incógnito — e tudo isto realizado com orgulho feminista. E são essas mesmas desconchavadas morais que defendem agora a ideia de que “a culpa é do homem branco que não deveria ter direito a voto”. Pois que seja: chegou a hora de assumirmos que a mulher não pode votar. 
Na Zâmbia, onde uma grande parte dos agricultores são machos brancos, a produção agrícola atingiu máximos históricos em 2016: 

“MAIZE output has increased to 3.3 million tonnes in the current harvesting season, the highest production recorded in Zambia’s history.
Agriculture minister Wylbur Simuusa said this afternoon that the production of rice, millet, groundnuts and tobacco has also increased this season compared to the last season.
He said the country’s maize production rose 32 percent in the 2013/2014 season from 2.5 million tonnes in the 2012/2013 season on the back of improved yields, area planted and increased investment in the sector, signalling a possible sharp drop in mealie-meal prices.”
→ Mugabe’s White Farmers Reap 3.3 Million Tonnes of Maize In Zambia While Zim Starves
 
Enquanto isso, no Zimbabué de Mugabe o povo passa fome depois da expulsão dos homens brancos agricultores. E, na África do Sul, prepara-se um movimento político de nacionalização das terras e expulsão os agricultores brancos, tal como reconhece a tal Shelley Garland: 

“This redistribution of the world's wealth is long overdue, and it is not just South Africa where white males own a disproportionate amount of wealth. While in South Africa 90 percent of the country's land is in the hands of whites (it is safe to assume these are mainly men), along with 97 percent of the Johannesburg Stock Exchange, this is also the norm in the rest of the world.” 
A mulher tem, em geral (salvo excepções) e em média, um coeficiente de inteligência baixo (ou mais baixo do que a média do homem). Por isso, o voto da mulher deve ser restrito.

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