terça-feira, 9 de maio de 2017

A Grande Substituição Demográfica está em marcha

 Orlando Braga
1/ Proibir a imigração islâmica.|

2/ Nacionalidade portuguesa atribuída segundo o critério de Jus Sanguinis (em detrimento do Jus Solis). Só depois de 5 gerações, os descendentes de imigrantes islâmicos poderão ter a nacionalidade portuguesa.
3/ O Islão não é uma raça; controlar o Islamismo é controlar uma ideologia política equiparável ao nazismo — e por isso, restringir a imigração islâmica não é “racismo”, ao contrário do que dizem os estúpidos da Esquerda.
4/ Um imigrante muçulmano que cometa um qualquer crime punível com 5 anos de prisão ou mais, deve ser imediatamente repatriado, sem direito a prisão. Não há cá pão para malucos!
5/ Restringir o aborto em Portugal. Quem quiser abortar, que pague do seu próprio bolso.
6/ Incentivar financeiramente (através da redução de impostos) o nascimento de crianças, de tal modo que se torne até “rentável” ter mais de dois filhos.
7/ Se for necessário, e caso não haja possibilidade de diálogo com a Esquerda, impõe-se a instalação de uma ditadura de Direita em Portugal no sentido de se alcançar o desiderato do incremento populacional português.

3 comentários:

Lura do Grilo disse...

Filhos? Tem aqui um exemplo (do ThySelf Lord)
Vejam a lista de líderes europeus sem filhos:

- Emmanuel Macron (França);
- Angela Merkel (Alemanha);
- Teresa May (Reino Unido);
- Paolo Gentiloni (Itália);
- Mark Rutte (Holanda);
- Stefan Löfven (Suécia);
- Xavier Bettel (Luxedmburgo);
- Nicola Sturgeon (Escócia); e
- Jean-Claude Juncker (presidente da Comissão Europeia).

Bilder disse...

check https://www.youtube.com/watch?v=j8524-iEI6Y marxismo cultural abre a porta a tudo o que é sinistro.

A-24 disse...

Obrigado pelos contributos. Eu desconhecia essa falta de descêndencia de muitos desses "líderes" europeus. Não admira que eles se estejam a borrifar para os guetos vibrantes que as suas politicas sociais criam, pois não serão os filhos deles que os irão habitar.