quinta-feira, 4 de maio de 2017

Charlie Hebdo - Cobardes uma vez, cobardes sempre!

A-24: Como se já não tivesse bastado o facto de ano passado terem anunciado que se deixariam de publicar moamedes e terroristas em geral, agora "colocam cara séria" e perguntam se é preciso fazer um desenho, relativamente à segunda volta das eleições francesas. Não, não é preciso fazer um desenho para confirmar que estes pseudo amantes da liberdade de expressão (só para o que lhes convém), não são mais que um bando de cobardes, tal como a generalidade da media mainstream, da qual eles também já fazem parte.


4 comentários:

Afonso de Portugal disse...

Uma tristeza, estes "Charlies"! Mas receio que sejam o reflexo da esmagadora maioria dos franceses: relativistas, progressistas e covardes.

Bilder disse...

Será que os franceses tornaram-se vítimas do niilismo de Jean-Paul Sartre? Roger Scruton escreveu em torno desta continuada influência do The Spectator:

Os franceses ainda não se recuperam de Sartre e provavelmente nunca se irão recuperar uma vez que tiveram que viver com um establishment intelectual que repudiou as duas coisas que unem o país: o Cristianismo e a ideia da França.

A postura anti-burguesa dos intelectuais da esquerda entrou dentro do processo político e deu forma a uma elite para quem nada é seguro excepto o repúdio da ideia nacional. É graças a esta elite que o projecto louco da União Europeia se tornou indelevelmente inscrito no processo político Francês, embora o povo Francês o tenha rejeitado. É graças a esta elite que a imigração em massa para França de comunidades Muçulmanas não-assimiláveis foi encorajada e subsidiada e é graças a esta elite que o socialismo se tornou embutido no estado Francês de forma tão firme que ninguém o pode reformar. " ---------------------------------- Do post "vingança do politicamente correcto" no site mídia sem máscara.

Bilder disse...

Só para rectificar um erro,o post mencionado acima é do blog marxismo cultural.

A-24 disse...

São "Charlies" dentro do politicamente correcto, ou seja, uns cobardolas.