segunda-feira, 5 de junho de 2017

O Politicamente Correcto Mata

Cristina Miranda 
O que falta ainda acontecer na Europa para que de uma vez por todas os governantes entendam que é preciso urgentemente rever toda a política europeia? Já “importamos”ataques terroristas que se multiplicam no tempo. Já “autorizamos” os estupros colectivos eagressões a mulheres, as “no go zones” onde nem a polícia entra. Já “permitimos”adestruição de igrejas para substituir por mesquitas. Por cá até expropriamos friamente a privados para as construir com dinheiro estatal. Já “aprovamos” a lei da Sharia erespectivos tribunais paralelos. “Aceitamos” com naturalidade que se doutrine na Europa uma ideologia que apela a abolição dos valores culturais ocidentais. Achamos “imensa graça” às burkas. Não vemos problema em eleger Arábia Saudita para Comissão pelos direitos das mulheres na ONU, um país que não permite que elas conduzam, nadem ou exercitem em público, onde não podem entrar em bancos, universidades ou parque de diversões públicas. Mas está tudo LOUCO?
Não, não é xenofobismo estar muito preocupado com a entrada em massa de praticantes do Islão. É inteligência. E dizer o contrário é negar as evidências. Que o diga Brigitte Gabriel uma activista libanesa que conhece como ninguém esta realidade que ela mesmo viveu ou ainda outra activista, Raheel Raza, uma paquistanesa, que anda há 20 anos a alertar sobre os perigos do alastramento desta religião. Testemunhos de gente que não pode ser ignorado mas que o politicamente correcto finge não existir porque outros interesses se sobrepõem. Como é possível condenar toda uma civilização assim?
É claro que a humanidade deve preocupar-se com a tragédia dos migrantes que fogem da guerra mas isso não significa abrir as portas das “nossas casas” de forma indiscriminada e compulsiva, porque por muito que o queiram ignorar, há um aproveitamento massivo dessa tragédia para infiltrar radicais, fazer proliferar o terror com vista ao aprisionamento dos povos ocidentais. Sejamos honestos e paremos de nos tentar enganar a nós próprios. Eles não vêm em paz. Vêm em missão: ocupar e tomar posse do Ocidente. Estabelecer um Califado.
Não estamos a falar da maioria moderada e pacífica que sabemos haver. Estamos a falar de uma minoria que num universo de 1,6 biliões de muçulmanos em todo o Mundo, representam 15% a 25% dessa população ou seja, 180 a 300 milhões de radicais islâmicos! Vou repetir: 180 a 300 MILHÕES! Dirão os incautos que essa minoria é irrelevante quando estamos a falar de 75% moderados. Pois, mas assim também o era a minoria irrelevante de nazis na Alemanha que mataram 60 milhões de pessoas; assim o era a minoria irrelevante de russos que na União Soviética mataram 20 milhões de pessoas; assim o era a minoria irrelevante na China que matou 70 milhões de pessoas; assim o era a minoria irrelevante no Japão que fez 12 milhões de vítimas! E quantos fizeram falta para matar num dia 3000 americanos nas Torres Gémeas? Dezanove. Uma minoria irrelevante…
Depois vem as teorias politicamente correctas do Corão. Que é um livro da paz, do amor , da tolerância. E ai daquele que diga o contrário sob pena de ser crucificado por xenofobismo. Porém, a verdade é que na sua interpretação literal, aquela que é seguida cegamente pela “minoria irrelevante” de extremistas islâmicos, o Corão apela efectivamente à perseguição dos infieis (cristãos e judeus), à morte daqueles que não se convertem. Onde está a tolerância pelas outras religiões se a única alternativa é a conversão sob pena de ser decapitado? Jihad contra os infieis é o quê? Os senhores do politicamente correcto que respondam. Podemos começar pelo Marcelo e Papa Francisco.
E quanto à maioria pacífica dispersa pelo Mundo, que pensa ela disto tudo? Num estudo recente, de acordo com as declarações de Brigitte Gabriel, 77% aceita claramente a implantação da Sharia e é a favor do estabelecimento do Califado. Surpreendido? Não esteja. Se quiser ver de perto esta realidade aqui na Europa, não precisa de ir para longe, basta viajar até França, Bélgica, Suécia ou Inglaterra e constate “in loco”, nas “No Go Zones” tudo o que aqui é revelado. Não se acanhe. Ver no terreno é a melhor maneira de acabar com a estupidez da cegueira.
No dia em que acordamos mais uma vez para outro ataque terrorista, desta vez emManchester, depois dos ataques ainda recentes em Westminster e Estocolmo, vamos outra vez ouvir que isto não passa de “incidentes”, que são “pessoas perturbadas”, que “os camiões matam”, que é “normal acontecer em grandes cidades multi-culturais”. Vamos ver também um batalhão de líderes europeus a condenar estes ataques com ar sério de “preocupação”, a prometer reagir com firmeza contra o terrorismo, fazendo exactamentetudo como até agora. Vamos ver muita gente a pedir “pray for… blá bla”, correntes humanas, muita baba e ranho. O que NÃO vamos ver é alguém na Europa com poder, a erguer-se e AGIR contra esta praga mortal reunindo imediatamente com todos os líderes mundiais para tomar medidas internacionais que ponham fim a este terror.
Porque a solução não é acolher indiscriminadamente. A solução é PROTEGER nos países de origem, onde estão suas raízes e cultura, criando em lugar SEGURO com protecção permanente da NATO onde possam estar alojados provisoriamente enquanto mundialmente se intervém nas zonas de guerra para erradicar os extremistas islâmicos. Ajudar em seguida à reconstrução dos seus países, e depois, aqueles que quisessem emigrar, fazê-lo como qualquer um de nós o faz, sem estatuto de refugiado. Isso sim, é ajudar.
Até quando vamos deixar que o politicamente correcto continue a matar?

2 comentários:

Bilder disse...

“Aceitamos” com naturalidade que se doutrine na Europa uma ideologia que apela a abolição dos valores culturais ocidentais. Achamos “imensa graça” às burkas. Não vemos problema em eleger Arábia Saudita para Comissão pelos direitos das mulheres na ONU, um país que não permite que elas conduzam, nadem ou exercitem em público, onde não podem entrar em bancos, universidades ou parque de diversões públicas. Mas está tudo LOUCO?"------------do post acima exposto.

Bilder disse...

A autora desse artigo ainda esqueceu de referir os cortes de mãos e cabeças na Arábia saudita.